domingo, 1 de março de 2009

anne hathaway - scores

na cerimônia do oscar, insuspeitadamente ágil e interessante, a anne ahazou. ela participou de um número com o hostess hugh jackman no início e mostrou graciocidade e que tem uma voz agradável. fora que estava linda. nos bastidores, dizem que ela foi cumprimentar o dev patel por tê-la emocionado tanto em slumdog millionaire - a gentileza em pessoa e estava mais que certa, volto ao danny boyle em breve.






Na hora do prêmio de melhor atriz, quem falou dela foi a shirley mclaine, que conseguiu sintetizar a anne de uma maneira mara: "você não tem medo de mostrar nem seu lado brilhante nem seu lado obscuro" (tradução livre). ou sjea: você faz besteiras maravilhosas como diário de uma princesa (que ainda tem a julie andrews!), mas também se arriscou em rachel getting married (ainda não chegou em salvador e eu não vi, mas duvido que tenha um desepenho tão no fio da navalha quanto da kate em the reader).

a anne ficou sinceramente tocada, e é bonito com em tods as premiações ela parecia realmente emocionada com tudo. ela deu um up (saiu de filme teen pra coisa "séria", mas na verdade não SAIU né, tipo, esse das noivas com a kate hudson deve ser uma bobagem). antes do rachel getting married o prêmio mais significativo dela era um da mtv. agora, ela tem até um Critics Choice Award dividido com a MERYL STREEP.

filmografia:

começa com O diário da princesa (2001), que eu acho um início previsível e agradável. no mesmo ano, fez d'o outro lado do céu, um filme sisudo que leva a nowhere. no ano seguinte, fez um papel menor num filme de época (o herói da família) e em 2004 voltou para a continuação d'o diário da princesa (score). uma garota encantada tem a mesma vibe, só que é mais rapido e bobo.

em 2004 também veio esse garotas sem rumo, que não vi, mas tem uma pretensão a mais, é um tom diferente do que ela estava fazendo. no ano seguinte, score total com o segredo de brokeback mountain, não só em visibilidade - ela está muito bem no papel de sulista rica lureen. em 2006, outro score, de público, charme e wit (virou até queridinha fashionista, como não): o diabo veste prada. para mim, foi a primeira vez que a anne pareceu bonita, ela estava linda, classuda e segurando a onda ao lado da meryl, que obviamente domina o filme.

so far, nao tinha nada muito fail na carreira dela. ainda acho que não tem. becoming jane, de 2007, é fraquinho mas não chega a comprometer. em agente 86 (2008), ela está muito bem como a sisuda agente 99, além de ficar se arrastando de lá pra cá com roupas coladas que reforçam a imagem de sensualidade. noivas em guerra deve ser uma bobagem que não compromete também. meu feeling diz que o FAIL é passageiros, ugh, mas nem pretendo ver pra confirmar.

com 26 anos, a anne tem uma imagem jovem, de mulher sexy, segura as pontas cantando e também atua bem. eu tô com a shirley mclaine e acho que vem mais coisa boa por aí. ela vai fazer uma participação no alice do tim burton, como rainha branca, o que é sempre bom, né. you go, anne.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

RS

Já que estou nessa vibe doentia (vejam últimas postagens), um pouco do ano de 2008/2009 da kate pra vcs:

Oscar (Melhor Atriz, The Reader)



Bafta (Melhor atriz, The Reader)



Globo de Ouro (Melhor atriz, Revolutionary Road)



Globo de Ouro (Melhor atriz coadjuvante, The Reader)



SAG (Melhor atriz coajuvante, The Reader)



E ainda:
Critics Choice Award (Melhor Atriz Coadjuvante, The Reader)
London Critics Circle Film Awards (Atriz do ano, Revolutionary Road)
Palm Springs International Film Festival (Melhor elenco, Revolutionary Road)

yep

suck it up, meryl








domingo, 15 de fevereiro de 2009

the reader (meio fluxo de consciência)

os críticos dizem que os "velhos do oscar" não resistem a um filme de holocausto. pois bem, se os votantes da academia cairam de amores imediatos, as resenhas estão assumindo um erro absurdo, que é reduzir the reader a um filme sobre a segunda guerra. claro que é - trata das culpas e espólios da guerra, de um ponto de vista bem específico, mas parar nisso é um reducionismo bobo. do tipo, tudo bem, a academia não deveria automaticamente premiar todos os filmes "de guerra", mas também não deve fechar os olhos só para evitar o primeiro caso, entendem? o the reader não é um filmaço, não é redondinho, mas é interessante e cheio de méritos, sim.

já disse alhures (nesse blog? no corrão?) que sutileza não é sinônimo de qualidade, necessariamente. mas este é o caso no filme, que é sutil, cheio de detalhes e nuances que as interpretações maravilhosas da kate winslet e do david kross enriquecem - o ralph fiennes tá mais ou menos. não é um filme arrebatador e mesmo tratando de temas caros ao sentimentalismo, é muito pouco sentimental, como a própria hanna schmitd. sai do cinema (crítica impressionista diz) sentindo uma espécie de incompletude e bem incerta de se poderia resumir o que eu tinha passado com um 'gostei' ou um 'não gostei'.

pontos.
1) ritmo/stephen daldry - o livro no qual o filme é baseado, do bernhard schlink, foi lançado em 1995. a narrativa é completamente linear - começa na década de 1950, com michael berg adolescente, passa pela época do julgamento e entra na parte em que ele já é um homem adulto. o daldry mistura tudo isso no filme e, embora se dê para ter uma idéia geral, nos detalhes algumas coisas acabam se perdendo. meio que como ele faz com as horas, que ele mistura as narrativas e os tempos, ele faz aqui, quando o michael jovem e o michael adulto dialogam. esse é um problema do filme.

2) na crítica da set, fala-se de "até que ponto a maldade é induzida pela ignorância". vejo dois erros nisso. o primeiro é: hanna era realmente "má"? claro que ela fez coisas abjetas, terríveis, monstruosidades, e essa coisa de seguir ordens não funciona como paliativo, mas ela seguiu adiante mais por um senso de correção e de tenho que fazer do que por maldade. não quero aqui fazer a que se pega com simpatia da ré - o que de fato é um dos pontos desse filme. mas, bom... e outra, ela era ignorante? ela era bruta, seca, inequívoca. não vou falar para não spoilar, mas o grande segredo do filme e tals não prova que ninguém é ignorante... a questão da culpa alemã, e este filme deve fazer mais sentido na alemanha, é o de como pessoas 'normais' podiam fazer atrocidades como na época do nazismo - 8000 só em auschwitz. ela não era especialmente má ou ignorante, embora não fosse um amor de pessoa, mas fez o que fez. se vc parar para pensar no holocausto vc se pergunta: estavam todos loucos? o colega de michael diz durante os julgamentos que "todo mundo sabia, nossos pais sabiam" e parece que o filme mostra uma geração se dobrando sobre a anterior, tentando entender o que aconteceu e, em certa medida, com medo de que o que quer seja aquilo esteja consigo também.

e aí temos a parte em que michael fica tão extremamente agoniado que mal consegue lidar com hanna. ele quer visitá-la e desiste, ele manda fitas com livros mas ignora as cartas, ele vai visitá-la enfim e não consegue tocá-la. é um horror onde antes havia fascinação. não há redenção no filme - ok, tudo bem, hanna deixa suas economias para a judia autora do livro que acabou depondo contra ela. mas em nenhum momento ela parece acreditar que fez algo errado ou reconsidera. hanna, como não gostava de planejar, não remoia o passado. "não importa o que eu acho, quem morreu, morreu".

o filme é pertubador e hanna é pertubadora. ela é sofrida, solitária, rude mas tem uma sensualidade tão direta e honesta que deixa michael atordoado. a atuação da kate winslet é soberba - até o trabalho com a voz dela é sensacional. na sua crítica, a isabela boscov (inclusive, ela fez duas críticas boas e acuradas para este filme e pro RR também) diz que é certo que em algum ponto o espectador 'se desequilibre'. eu me desequilibrei logo no início, na cena em que hanna vai trocar de roupa e flagra michael espiando. os dois se encaram e ele hesita uns 5 segundos a mais antes de desviar, e ela mantém o olhar - que é oblíquo, não se sabe se promessa, susto ou repreensão -. eu vooei para fora do meu corpo por uns 10 segundos. até que michael se recupera e sai correndo - e eu junto.

(vou ficar puta se a kate ganhar o oscar e ficarem dizendo que é pq é filme de guerra, pq se envelheceu. ela não é a charlize theron não, amigões)

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Revolutionary Road.

Há alguns filmes cujas transposições para o cinema muito me intrigam. Por exemplo, eu vi O Poderoso Chefão, que considero uma obra competente enquanto literatura, e me perguntei o porquê daquilo ali. Um dia, assim, o Coppola acordou numa dessas? O filme não me acrescentou nada – é tão escarradamente o livro, o livro é tão uma narrativa que ajuda a construir um “filminho na cabeça” que para mim o filme se justificaria apenas pelas suas atuações espetaculares – mas sei lá, não desceu para mim. É o que, preguiça de ler, galera?

Essa é a suposta atração das adaptações: as pessoas brigam por fidelidade, querem ver linha por linha exposta na tela. Mas é claro que as linguagens são diferentes e algo ser exitoso em um destes suportes não garante nada para o outro – a não ser ansiedade de quem vai ver, o que é sempre ruim.

Eu, particularmente, sou meio sem critérios e é claro que tento me desligar do livro. É outra coisa na tela. Não fui das que ficaram brigando por cada mudança que o Peter Jackson fez em O Senhor dos Anéis, por exemplo. Também sei apreciar O grande garoto, que é um filme simpático e menor, como o livro, mas sem o carisma do segundo.

Me desculpem o clichê, mas Revolutionary Road, o livro, é imensamente superior ao filme. Sei que este não é ponto e abordo isto aqui até um pouco envergonhada. Acho que cometi um erro crasso ao assistir o filme com o livro ainda muito fresco na minha cabeça. Tão fresco que algumas falas do filme ecoavam em lembrança ao que tinha lido – tem trechos idênticos.

Mas vou dizer a vocês, é inevitável. É inevitável se você ler uma história cheia de nuances, uma história sobre a adaptação social e os jogos de identidade e reconhecimento, uma história sobre casamento e conveniência, felicidade e rotina, etc, transposto para a tela apenas como um daqueles milésimos filmes sobre os subúrbios norte-americanos e como a vida perfeita do lado de fora é, na verdade, podre por dentro. Para isto aí vocês podem até recorrer ao próprio Sam Mendes e o overrated Beleza Americana.


O livro do Richard Yates obviamente trata um pouco disso, até por também ter esse pano de fundo da década de 1950, a situação da mulher, blas. Mas não é esse o cerne do livro. É um livro tão forte, tão pungente, tão maravilhoso, que qualquer um pode relate, e não pelo aspecto de mencionar essas questões de vida de conveniência (tipo como a vida nos obriga a lidar com coisas que não nos importamos). É um livro sobre dúvidas, incertezas, ansiedade, angústia existencial. Digo a vocês que eu, que não vivo uma vida de aparências em um sentido clássico, me identifiquei totalmente com o livro.

No filme isso é impossível. É aquela coisa do casamento em crise – que na verdade era só um sintoma – e tome-lhe pau nisso. Fiquei tão desgostosa vendo essa súmula mal feita do que o Yates disse que sai do cinema meio mal humorada. A Kate Winslet, claro, está bem. A April é uma personagem difícil, até no livro é muito demorado qualquer momento real sobre ela, e no filme eles envernizaram tanto que não sobrou muita coisa... O Leonardo ta um tom acima, tipo um tiquinho a mais poser do que deveria, mas também está bem, no geral. No todo, é uma escalação muito boa e devo dizer que meu "filminho na cabeça" sempre foi com os dois enquanto lia o Yates (influenciada já, é claro, mas isso nem sempre cola...)


Vejam o filme. Queria ter tido essa experiência sem ler o livro... Provavelmente ia achar só boring, tipo Beleza Americana. Tendo lido o livro, fico me perguntando se o Sam Mendes é míope, idiota ou sonhou em fazer uma adaptação mara e não conseguiu... Não sei como seria uma adaptação boa desse filme... Tudo está nas entrelinhas, nos pensamentos, nos gestos curtos... Acima de tudo, se puderem, leiam Foi Apenas um Sonho. Foi reeditado agora (com Winslet&DiCaprio na capa) e blas. Recomendadíssimo.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

top 5 - atrizes contemporâneas

ok. resolvi fazer meu top 5 de atrizes contemporâneas. foi difícil. gosto de várias atrizes (true), mas na hora do top 5 fico hesitando. veja, sei lá, a kristen bell. adoro a kristen bell. ela conseguiu dar personalidade a uma narração; ela pega uma coisa boba como a elle e faz ter algo ali; ela já era veronica mars, com todas sutilezas, no piloto (pensei na lauren graham, que acho uma ATRIZ DO CACETE, e nem ela já era lorelai no piloto). e a drew barrymore, que eu adoro? a rachel weisz, que arranhou ai a lista, a jennifer connelly, que sempre gostei, a chloe sevigny e a hillary swank. etc.

mas vamos lá.

1) O primeiro lugar é muito fácil e também muito destacado: para mim, a NAOMI WATTS só fica atrás da ingrid bergman (mix aqui a lista das classics). Acho fácil a atriz atual que mais dá grandes atuações na brinks, tipo uma atrás da outra (e sim, o oscar de 2003 fiquei putíssima quando a theron ganhou por MONSTER e ainda ganhou da Naomi que tinha destruído em 21 gramas e ainda tava imaginando que a Academia ia fazer a retroativa e refletir>>>>>>>>> por que não premiei essa atriz em cidade dos sonhos?). Meu top 3 Naomi seria 1 - Cidade dos Sonhos; 2 - Huckabees; 3 - Painted Veil (o filme é meio BOCEJO mas ela tá demais). Mas sinceramente eu fecho os olhos e não me vem à mente UMA ATUAÇÃO RUIM. Até em filmes SEM INSPIRAÇAO, tipo ned kelly, ela tá ali segurando... E À Francesa? Dá vergonha da Kate Hudson. Stay, fico meio vergonha alheia daquele filme existir, mas A NAOMI TA OU NAO TA BEM???

Assistam essa cena. Isso é tipo melhor argumento.


2) Kate Winslet
OK. Aí vem a Kate Winslet, a única pessoa do mundo que não me deixou triste ao deixar de ser ruiva (em That 70's Show a Donna fica ruiva e o programa desce ladeira abaixo, sem relação, só lembnrando aqui...). a kate faz o estilo "atriz sólida". ela não me arrebata tanto quanto a naomi ou até mesmo, sei lá, a lauren graham costumava fazer ordinariamente em GG ou a Jennifer Garner naquela cena de Alias que eu sempre pago pau nesse blog... Que você prende a respiração e fala: PQP.

Mas again: pega aí em qualquer site a listinha com a filmografia da kate e me diga se tem UMA atuação meia boca. Eu digo que não tem. E a maioria dos filmes tem algo de interessante também. No inicio era meio "hm, essa menina de titanic ta querendo fazer a cult" mas que se foda quem ainda pensa assim (e titanic é um grande filme no qual kate tem mais uma boa atuação.). pegue logo o almas gêmeas... estreia, 19 anos, score... sem mais.

aí ó, cantando e tudo:

3) Sempre fico com preguiça no meio dessas coisas. Vou terminar o top 5 só citando e amanhã, ou quando acordar no humor, mexo mais aqui. A medalha de bronze vai para... JULIANNE MOORE (desculpe não surpreender)

4) Juliette Binoche ou Tilda Swinton? Emily Mortimer? To numas duvidas cruéis aqui. Tava indo de Tilda, mas agora bateu um receio aqui. Em aberto.

5) Kirsten Dunst. Se eu sei que a Kiki tá na lista, porque não tá em quarto e deixou as outras disputarem o lugar que sobrou? Ah. bom. As três são mais atrizes que a Kirsten. A Kelly MacDonnald também. A jennifer Connelly, as que citei lá no início... A Catherine Keener. A Mary-Louise Parker. Não me importa. Os pontos são 1) a Kirsten É uma boa atriz, se num bom projeto, bem dirigida, num papel adequado; 2) ela é a musa da sofia, os filmes da sofia coppola e eu temos o mesmo leitmotiv, creio, então voilà. ainda botaram ela de mary jane (mix gwen né, prefiro na HQ)...

e o oscar vai para...

alô rapaziada animada que acompanha este blog (HUMrs)

este post aqui é só para botar para fora a ansiedade e a alegria com esta vibe GO, KATE que tá rolando ai pro oscar deste ano. depois que ela ganhou os dois globos de ouro (outro prêmio que já pisou sem dó no coração da kate), todo mundo parece que ficou eufórico junto com ela. todo mundo parece que se deu conta que ela sempre fiac no quase e, bom, é agradável que dessa vez tenha realmente CHEGADO LÁ. claro que todos sabem (blablabla) que a kate é uma atriz excelente independente de prêmios - mas, ué, que mal há em vencer uma premiaçãozinha?


vamos dar uma olhada no currículo da kate neste setor:

OSCAR
A Kate sempre deu tiops azar de só ir com gente que tava MARA. Nunca tive com ela a sensação de ODIO RAIVA FRUSTRAÇÃO que tive por exemplo em 2003, quando a charlize theron ganhou o oscar por se enfeiar em Monster. Com a Kate rola só tipo "poxa, sempre é indicada, nunca leva" etc.

1996 - INDICADA - Melhor atriz coadjuvante - Razão e Sensibilidade (1995)
(perdeu para Mira Sorvino, por Poderosa Afrodite, ok)

1998 - INDICADA - Melhor atriz - Titanic (1997)
(perdeu para Helen Hunt, Melhor é Impossível. acho meio HUMrs)

2002 - INDICADA - Melhor atriz coadjuvante - Iris (2001)
(perdeu para Jennifer Connelly, por Uma mente brilhante. Esse ano tava barril. Tinha ainda a Marisa Tomei, que tava mara, e duas atuações excepcionais de várias do Gosford Park. Tipo, minado... Mas a Jennifer era a leading actress desse filme, porra!!)

2005 - INDICADA - Melhor atriz - Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004)
(perdeu para Hillary Swank por Menina de Ouro. Pior que achei válido.)

2007 - INDICADA - Melhor atriz - Pecados Íntimos (2006)
(perdeu para a Marion Cotillard, por Piaf. Tava foda também)

2009 - INDICADA - Melhor atriz - O Leitor (2008)
(contanto que não perca pra Anchangelina Jolie, tudobem. E tipos, a Streep já tem dois né - ok, 15 indicações, pen pen pen. Espero que senão for a Winslet, seja a Hathaway, que tá tipo JOVEM TALENTO kkk)

Kate é, com a Deborah Kerr e a Thelma Ritter, a atriz com mais indicações que jamais venceu (contando ai seis, mas ela vai levar esta sexta e sair da lista, vamo que vamo). Aos 33 anos, ela foi a mais jovem indicada ao prêmio de atriz principal (na época).

BAFTA AWARDS

1996 - VENCEU - Melhor atriz coadjuvante - Razão e Sensibilidade (1995)
(aqui ela deu um pau na Mira Sorvino)

2002 - INDICADA - Melhor atriz coadjuvante - Iris (2001)
(perdeu para a Jennifer Connelly... dejavu)

2005 - INDICADA - Melhor atriz - Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004) e melhor atriz por Em Busca da Terra do Nunca (2004)
(dupla indicação, sempre um perigo... perdeu pra Imelda Staunton)

2007 - INDICADA - Melhor atriz - Pecados Íntimos (2006)
(perdeu para Helen Mirren, por A Rainha, digno)

2009 - INDICADA - Melhor atriz - O Leitor (2008) e Apenas um Sonho (2008)
(dupla indicação... As outras são Streep, Jolie e a Scott-Thomas, minha segunda favorita rs)

GLOBO DE OURO

1996 - INDICADA - Melhor atriz coadjuvante - Razão e Sensibilidade (1995)
(Mira sorvino, humrs)

1998 - INDICADA - Melhor atriz - Titanic (1997)
(perdeu pra Judi Dench. OK, grande atriz, mas no filem em questão NEM TANTO)

2002 - INDICADA - Melhor atriz coadjuvante - Iris (2001)
(Jennifer Connelly. Asi sao premios, repetidos, isso que da esperança da Kate levar o Oscar este ano)

2005 - INDICADA - Melhor atriz (Musical ou Comédia) - Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004)
(Annete Benning, Adorável Júlia. Overrated. Mas Brilho Eterno também é. Mas tava fracão esse ano: Emmy Rossum, Renée Zellweger, Ashley Judd... NOT. Era Kate nas cabeças)

2007 - INDICADA - Melhor atriz (drama) - Pecados Íntimos (2006)
(esse foi o ano da Helen Mirren, merecidamente)

2009 - VENCEU - Melhor atriz coadjuvante - O Leitor (2008)
VENCEU - Melhor atriz - Apenas um Sonho (2008)
(score)

SAG Awards

1996 - VENCEU - Melhor atriz coadjuvante - Razão e Sensibilidade (1995)
(novamente vencendo mano a mano com a Miro Sorvino... terminou dois a dois, mas tem o peso, né? rs)

1998 - INDICADA - Melhor atriz - Titanic (1997)
INDICADA - Melhor elenco - Titanic (1997)
( The Full Monty - ? - e Helen Hunt)

2001 - INDICADA - Melhor atriz coadjuvante - Contos Proibidos do Marquês de Sade
(boa lembrança. Judi Dench em mais uma performance mais ou menos - Chocolate)

2005 - INDICADA - Melhor atriz - Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004)
INDICADA - Melhor elenco - Em busca da terra do nunca (2004)
(Swank, ok. Sideways. HUMMMM. ok)

2007 - INDICADA - Melhor atriz - Pecados Íntimos (2006)
(helen mirren)

2009 - INDICADA - Melhor atriz - Apenas um Sonho (2008)
INDICADA - Melhor atriz coajuvante - O Leitor (2008)
(bem parecido. Se for perder melhora triz, que seja para a Hathaway, e coadjuvante para a Penelope. )

Assim é a vida de Kate, mix de azar com injustiça. Confiram lista completa de indicações e vitórias, onde mais, no imdb.