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sábado, 17 de outubro de 2009

gilmore BACK

não, gilmore girls não vai voltar. e as piadas da lauren graham sobre um filme não passam disso, piadas. mas, amiguinhos, já que não podemos ter o MELHOR DO MELHOR, seremos agraciados com os talentos individuais seguindo em NOVAS EMPREITADAS. verdade que a amy sherman-palladino teve sua O RETORNO DE JEZEBEL JAMES, que fracassou fragorosamente (não era grandes coisas, mas era ok) e aquela ensaiada da volta da lauren no BRIDGET SHOW teve destino semelhante, mas agora as coisas parecem que VÃO.

a ASP ficará a cargo de uma comédia para a HBO também no nicho FAMILIAR - deve tratar do relacionamento entre três irmãs adultas, todas escritoras, que moram em uma apartamento com a LITERATA mãe, que parece gostar só do IRMÃO (bendito fruto etc). é isso. ainda não tem nome, atores, datas, nada. AGUARDEMOS, pois.

já a lauren graham acabou caindo em PARENTHOOD, devido às fatalidades da vida: o papel era da maura tierney, que teve que se afastar por conta de um câncer, e depois SABE-SE LÁ PORQUE, a helen hunt, que deveria substituí-la, deu pra trás. de helen hunt para lauren graham???? tipo, mil porcento de melhora? a lauren será SARAH e a bem da verdade o papel CHEIRA UM POUCO A LORELAI, assim de longe... mãe solteira e blas. mas segundo a lauren disse pro ausiello, a VIBE É OUTRA. detalhe importante: o jasom katims, produtor de FRIDAY NIGHT LIGHTS, está à frente do projeto. FATALITY. SEM MAIS.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

THE UNDERDOGS

Gente, tudo começa assim: um seriado, dois personagens de destaque e uma competição entre os dois que é inteiramente dominada por um dos lados. E eu, no meio, sempre acabo me sentindo meio GZUZCRISTO e começo a me afeiçoar aos personagens que o pessoal costuma deixar em segundo plano (sim, esse é um fenômeno de FORUNS, DEBATES, que só faz sentido na tela quando vemos que a repercussão ta influenciando nos enredos, o que não é de todo incomum). Começa de mansinho e daqui a pouco percebo que pronto, já estou vestindo a camisa. É mais forte do que eu. É kind of lame, eu sei, mas... Vamos aos casos.

1. 1. LORELAI e RORY (GILMORE GIRLS)

Gilmore Girls é a série da minha vida, ponto um. A série é centrada em Lorelai, a mãe, e Rory, a filha. Estatisticamente, eu diria que o nível de preferência aqui seria uns 85/15, com Lor na frente, claro. Em GG, os fãs (quero deixar claro que falo de um fã padrão, que eu vejo, não TODAS AS PESSOAS QUE GOSTAM etc) sempre foram lorelaimaníacos mas tratando a Rory com uma condescendência e uma tolerância ok – tipo, “todos” gostam da Rory também. A situação só mudava quando elas brigavam e na GRANDE BRIGA DE GG, quando Rory largou Yale, atingiu níveis inéditos. De repente, parecia que em todo fórum que eu estava todo mundo odiava a Rory. Era um absurdo total & absoluto. Já expus aqui minhas razões para achar essa perseguição uma doidice comandada apenas pelo fanatismo cego por Lorelai. Lorelai e Luke sempre foram blindados nessa série, por sinal... Reconheço aqui que é INDESCRITIVELMENTE mais fácil gostar da Lorelai do que da Rory: ponto 1 sempre sendo o CARISMA AVASSALADOR, como veremos também no segundo caso. Eu, particularmente, sempre gostei da Rory – e sempre pareci mais com ela também. Eu não sou um poço de carisma e desenvoltura, afinal de contas. Mas de cara sempre gostei mais da Lorelai, como, de resto, praticamente todos os fãs... Com o tempo, vendo que certas vezes certas injustiças de julgamento eram cometidas por conta desse AMORLOUCO, comecei a me posicionar várias vezes pró-Rory e hoje em dia fico meio confusa em escolher UMA PREFERIDA. Serião, nunca vi um personagem que todos amam tanto e defendem com toda passionalidade quanto a Lorelai. NADA é admitido contra ela. A Rory é total underdog, não é ODIADA em geral, como já disse, mas quando foi pro pau, apanhou feio. E sempre que foi pro pau eu estava no team Rory. Embora ame a Lorelai. Asi es o fenômeno que estou descrevendo aqui.

2. 2. BLAIR E SERENA (GOSSIP GIRL)

Outro clássico moderno rs. Acho que a divisão aqui seria ainda mais dramática: 90% dos fãs de GG parecem preferir Blair a Serena. Outro fator que contribui para tornar tudo, de resto, mais abissal nesse programa é que os fãs da Blair são muito traumatizados e noiados. Como bem sabemos, Gossip Girl é protagonizado pelas amigas (quase sempre) Blair e Serena. Assim é nos livros também. Acontece que nesse pequeno universo narrativo da society novaiorquina, Serena é a protagonista. Não em Gossip Girl, a série, mas no mundo em que eles vivem, mas acaba rolando uma contaminação - a Serena é a protagonista do gossipgirl, das fofocas, do grupo. Os fãs de Blair simplesmente não conseguem conviver com isso. Cansei de ver reclamação porque Serena aparece NO MEIO de um pôster. Em primeiro plano no box do DVD. Ou ver um vídeo no yuoutube sobre o estilo de Serena ao longo da série ser totalmente dominado por comentários como “por que não Blair?”. Eles adoram argumentar que a Blair “roubou a cena” (no caso, a Leighton Meester). Eles adoram que o casal mais adorado da série é Blair+Chuck e que Serena não consiga assentar com nenhum. É até um pouco doentio, eu acho. Eles só querem Blair, Blair, Blair. OK, eu entendo. Como no caso 1, é muito mais fácil gostar de Blair do que de Serena. Blair é sim um poço de carisma. Sim, Serena p´recisava de mais punch. Só que desde o princípio essas tiranias me incomodavam muito. Eu entendo, claro, que ninguém é obrigado a gostar de um personagem, mas falo aqui de um sentimento generalizado de desmerecimento que sempre me deixou irritada. Comecei a sempre tentar ver as coisas de uma maneira serenecêntrica, de maneira a não perder o eixo. Veja, não há problemas em se perder na blairmania. Fiquem todos à vontade, tenho certeza que é bem pago. É tipo um mundo paralelo, em que a cena em que a Serena tá mais uma vez dando uma força pra B, pedindo que ela não viaje e fuja pós-escândalo Chuck Bass, vira um "a Blair é demais". Mas vamos entender que, enfim, Gossip Girl não é só isso. De vez em quando a gente tem que suspirar e levar adiante. Eu estou fazendo isso desde que os produtores decidiram investir em Chuck como o par romântico de Blair, algo que veio do nada, colou e hoje provoca tanta adoração que me deixa enojada – porque o que eu adoro a Blair eu desgosto do Chuck... (Inclusive, dois sofrimentos: um é não ser shipper de nada numa série. Em GG meu casal preferido é Nate e Blair, mas nem chego a torcer com AQUELA FORÇA. Outra é se ver fora do que é o CASAL DOMINANTE. Não gostar do casal que É PRA SER é um sofrimento infinito. Passei por isso com Veronica Mars, passo por isso com Blair, olha, não é fácil. No caso da Serena nem tem como ser shipper de ninguém. Meu relacioanemtno preferido até mesmo é a amizade entre b&s rs). Assim é a vida. Geral vai continuar assistindo GG pra ver Blair e chamando a Serena de burrinha nos fóruns da vida. ABS.

3. 3. MEREDITH, CHRISTINA, IZZIE (GREY’S ANATOMY)


Acontece uma coisa com Grey’s Anatomy… Eu adoro a série, curto muito, encaro com todos os excessos e cafonices que a Shonda nos joga… Mas nunca gostei muito de nenhum personagem (só do Karev e também da Addison, antes dela passar a ser levemente usada como alívio cômico). Digo, há o quinteto, e dentre eles o Karev era menos, então do quarteto principal eu sofria, e sofro, uma falta de identificação que dói. Meredith e todo aquele drama eterno, daddy issues e tal, UGH, sempre me cansou horrores. E adiciono que detesto, em linhas gerais, os fãs da Mer, que acham que são DONOS ABSOLUTOS da série. Fora que pra mim os shippers mais chatos são os MerDer. A Yang é a que menos gosto. Nem tem porque ela me irritar tanto... Faria o meu tipo. Irônica e tudo. Mas pra mim é um personagem cínico demais, não sei, nunca curti. Muito sem generosidade, e quando age generosamente parece tão PREMEDITADO e didático dentro da trama, é o fim. Comecei a me ressentir (admito) da panelinha que elas faziam bloqueando a Izzie. Esse caso é diferente porque eu comecei a me afeiçoar pelo underdog dentro das telas (o ódio a Izzie é mais recente e se mistura com o ódio à atriz, o que acho compreensível, mas eu gosto Katherine Heigl). Não tenho nenhuma identificação com a Izzie. Ela é tipo meio bobinha, coração grande, guiada pelos sentimentos, nada que eu relate muito. Mas comecei a gostar mais dela, acho que meio por falta de opção também. Depois veio o Denny, na época em que ele não era OVER, e eu gostava muito dos dois. E SEMPRE adorei Karev e Izzie (sendo que Yang nunca me convenceu com ninguém e particularmente detesto o Owen e MerDer sempre foi ok, mas MENOS né). Sempre foi sussa tudo isso, mas ultimamente ta particularmente difícil gostar da Izzie. Um motivo é a própria personagem, que tem o arco mais MALUCO do Seattle Grace. Nada de “crescimento” ou não. Vivem falando essas bobagens nos fóruns da série, mas eu não assisto nada pra ver ninguém “crescer”. E NEM VI. Fora a Meredith, que teve um arco de terapia e amadurecimento que era necessário para a TRAMA ANDAR (quanto mais agüentaríamos dela enrolando o Derek pro conta dos problemas com relacionamento?). Outro motivo é o ressentimento da turma pró-Meredith que ficam xatiados com o destaque dado a outra atriz. Esse pessoal também sempre odiou a Addison. Para eles, o nome Grey’s Anatomy e a Ellen Pompeo narrando devem garantir que tudo seja Meredith-meredith-meredith. E, bom, não é. Os outros personagens têm sua casquinha também, né? Mas um arco grande, de destaque, como o que a Izzie recebeu é encarado como afronta. Nem entro no mérito da história – Izzie e o câncer realmente teve momentos bem ruins e tal, mas a temporada melhorou no final -, mas vamos combinar que a maioria reclama porque “ta parecendo Steven’s Anatomy” ou babaquices do tipo? Ai tome-lhe reclamação contra a Heigl e tal e tal. E eu, na boa, espero sempre que aumentem os "secundários" e até os secundários mesmo. Inclusive, quem diria, nessa quinta temporada, LEXIE GREY foi um alívio diante de tanta coisa MALA que tava rolando na série... Para vocês sentirem o nível.

4

4. SOOKIE (TRUE BLOOD)

Deixe-me dizer que esse caso também é diferente porque não é uma oposição. Há oposição, é verdade, entre Bill e Eric, sendo que Bill deveria ser a escolha natural e a audiência em peso está fazendo a outra escolha. Nesse caso to meio UNDERDOG também. Tipos, adoro o Eric, mas prefiro que ele fique só fazendo figuração no triângulo amoroso. Até porque triângulos são TAO CANSATIVOS e IGUAIS, em geral. Mas deixe-me voltar a Sookie. De uns tempos pra cá, todo mundo odeia a Sookie. Não sei o que está acontecendo. Acho que tem esse fator de ódio aos heróis/destaques (tem sempre alguém pra reclamar que TUDO ACONTECE COM ELA – oi, ela é a protagonista?). Todos se apaixonam por ela? A Rainha sabe quem é ela? Nossa, que saco etc. É relativamente comum essa ojeriza a protagonistas e personagens que, teoricamente, todos deviam gostar. Tipo Jack em Lost, Marissa em The OC, blas - o que fazer? Eles ficam horas na tela apanhando, são mais explorados. Os personagens secundários ganham missões menos didáticas, podem ser o sidekick engraçadinho ou whatever. Geral falando que Sookie é irritante e não tem muito argumento, né? O que posso dizer a alguém que acha a Sookie irritante? Cada um sabe com o que se irrita.

Eu particularmente gosto do personagem. Acho forte, bem construído, com uma outra derrapada mas vários acertos. Gosto da atuação da Anna Paquin, acho a maior injustiça atacarem isso, sim, temos ali uma atriz de primeiro time fazendo um trabalho muito bom. VERDADE QUE por vezes vimos a história Sookie/Bill emperrar e ficar repetitiva, mas isso se chama ROTEIRO FRACO, acho que já foi superado (e tome-lhe TRIANGULO na terceira temporada) e pra mim nunca respingou na Sookie enquanto personagem. Uma garçonete telepata que METE AS CARAS, não tem como não curtir. Apesar disso, a Sookie nem entraria num top 3 de personagens de TB pra mim. Isso que pega nessa insanidade que é a série: MUITO PERSONAGEM LEGAL.

CONCLUSÃO

Enfim. Esse post é muito pessoal e é meio bobagento mesmo. Apenas gostaria de manifestar minha opinião de que, sei lá, vamos ser mais tolerantes com as séries e os personagens. Não vamos nos afogar em fanatismos, ESPECIALMENTE em fóruns rs. Vamos gostar da Lorelai mas respeitar a Rory. Vamos tatuar Blair na bunda mas admitir que a Serena é necessária a Gossip Girl. E coisa e tal.

sábado, 30 de maio de 2009

lorelai's first cotillion

e chegamos ao terceiro episódio com os pressupostos da temporada meio que colocados - ainda não totalmente, pq não estava inscrito que o christopher ia ser alguém! essa milésima chance que a lor dá para ele me pegou de surpresa, de fato (época boa, eu era bem mais spoiler-free, tb), e para mim só mostra o quão a lorelai era apegada e apx na IDÉIA dela com o christopher. tipo assim, mesmo levando sua vida adiante e não tendo ficado a rigor esperando o chris, acho que n'um canto da mente dela sempre existiu isso. na segunda temporada, quando ele é apresentado no seriado, isso fica bem claro. e vai e volta, em outros pontos. nessa altura do campeonato, pós luke, pós tudo que aconteceu na SF da sexta temporada, acho que ela pensou: PQ NAO, não é mesmo? e isso acontece no final desse epi.

voltando: então a lorelai prova um pouco do mundo que ela recusou ao fugir da casa dos pais e, bem, nao era tao ruim assim. logo depois dela comunicar o fim do seu relacionamento com o luke aos pais, que parecem amedrontados demais para dizer algo - e é claro que a falta de reação acaba ofendendo lor mais ainda. ela já está bem mais resolvida quanto ao fim do noivado. não anda mais prostrada. conta para os pais...



a lorelai vai ao baile, que a emily ajudou a organizar, para um grupo de crianças da "sociedade". emily está ajudando uma das meninas, meio que "treinando" ela. a garota deve ter uns dez anos e oferece drinks a rory e lorelai no jantar de sexta ("ok, sure. is that legal?"). todos os momentos desse núcleo são agradáveis - é claro que é meio creep, ainda que "bonitinho", ver aquela criança sendo uma pequena anfitriã, mas a garota parece realmente gostar e age sem nenhuma crueldade, elitismo ou coisas do tipo. digo, para tentar ser mais clara, que é possível ter uma infância nesse mundo, é possível não se sufocar com todas as regras. o fato da menininha circular com tanta desenvoltura por todo o episódio prova isso. outra personagem infantil que ajuda na lembrança de lorelai é a garotinha "com personalidade": a menina sempre se atrapalha com alguma coisa, é meio desengoçada e vai pro baile de tênis. mas também ela parece encarar tudo com graça e leveza. as crianças, enfim, dão um show de maturidade no episódio. lorelai até lamenta pela menina "diferente" (minha chará, btw) dizendo que ela provavelmente preferia estar em casa de jeans ou subindo em árvores e michel pontua que ela não parece infeliz, o que é bem verdade.

no final das contas, no grande plano das coisas, é claro que isso não implica nenhuma mudança de posição das garotas gilmore quanto à vida dos pais/avôs. as duas parecem ter provado e não ter gostado, não é? a linha que o episódio segue, a partir daí, é a lorelai tentando entender quanto dela se definiu apenas como reação aos pais que teve. "será que eu realmente gosto disso ou eu gosto porque minha mãe não gosta?". ela remonta algumas decisões da infância ("pop-tark tasted like freedom"). no final do baile, quando ela está dançando com michel, é claro que emily não perde a chance de mostrar como ela está se divertindo.


depois da festa, lorelai encontra christopher em sua casa. ele tinha levado rory para jantar e coisa e tal e rory contou para a mãe meio que cheia de dedos, mas lorelai claro ficou naquelas de "é seu pai, claro" e também esclareceu que eles não estavam sem se falar no TODO só no momento (rs). a verdade é que desde que chris ligou fazendo o que tava sob o encanto da noite que os dois passaram juntos ela simplesmente ligou o ignore em relação a ele - e chegar em casa e se deparar com o próprio, foi total BUSTED. rory saiu para passear com paul anka e dar desculpa pros dois terem alô dr e chris fez o direto: falou que amava ela, que a noite dos dois juntos tinha sido mara, que "felt right", como os dois eram mean to be. e lorelai ficou com a "carinha lor/biquinho lor". e no final do episódio ela ligando para ele... mata um pouquinho todo mundo.

do lado da rory, as coisas vão tentando se ajustar, no tranco. com logan vivendo o empresário atarefado em londres, eles tentam encontrar alternativas para o namoro a distância, se encaixar nas rotinas dos dois. devo dizer que eu, pessoalmente, acho muito chato. a maior parte do logan-drama foi chatinha, sendo sincera, mas destaco realmente esse período dele away.

ela tb da uma força para a lane contar a zach que está grávida, aparece tendo um diálogo um pouco desconfortável com luke (os dois tentando agir o mais normalmente possível). lane & zach estão freaking out com a rapidez das coisas. numa cena, rory e lane estão na biblioteca, ela procurando frases sensuais (lendo henry miller para isso kkk) e a amiga disgusting com as coisas mostradas pelos livros sobre gravidez.

a idéia do sexo via sms veio de paris e rory fica meio chocada a princípio mas resolve tentar -é tudo meio bobo.

paris: we're doing it right now

sábado, 1 de novembro de 2008

LANE: That's what you get, folks, for making whoopee.

O segundo episódio começa com luke dirigindo, chegando na casa de Chris, bate na porta e dá um murro nele, fim.



Depois mais pra frente lorelai e ele se encontram pela primeira vez depois de tudo e ele fica naquela coisa “eu to bem” passivo-agressivo. É mais ou menos assim:


- eu to bem. Esmurrar Christopher serviu pra mim.

- vc esmurrou o Christopher?

- seu namorado não te contou? Vcs precisam trabalhar melhor na comunicação.

- larga disso, ele não é meu namorado.

- tudo bem se for, eu estou bem, não ligo pra quem vc namora.

- ah, então quando pensar em bater em alguém não bata. Vc tem que descontar sua raiva em mim. Sou eu que mereço.

- eu estou bem, vc que está insistindo. Nós não vamos casar. Grandes coisas.

- Grandes coisas?

- é, vc que me pediu em casamento mesmo.


Touché.

Depois lorelai faz a melhor fake Ásia pra rory (tudo soa um exagero desnecessário para mim e sim, há exageros que não desagradam e não passam a idéia de tão inúteis), pq rory e Logan iam para Ásia, mas não rolou pq ele foi trabalhar em Londres e tal. No meio da brinks, a secretaria eletrônica atende uma ligação de Christopher falando que lorelai ta evitando ele, e citando a noite que tiveram... aí elas duas brigam e rory é bem dura e como lorelai ta culpada fica aquele tom de desculpas. A rory fecha com esta: “you know what, mom? If you’re heartbroken, rent an affair to remember, have a good cry, and drown your sorrows in a pint of ice cream. You get a hideously breakup haircut. You don’t sleep with dad”. Ouch.



A melhor defesa que a lorelai consegue é um “i’m not perfect”, que fica aí de ressalva para todos groupies cegos da lor.


A parte da rory nesse epi é ficar catching up com Lane, que voltou da lua de mel no México. É nesse epi que a recém-casada descobre que está grávida. Lane fica freaking out falando que vai ser uma mãe ruim, que não sabe de nada, e aí rory fala que ninguém é perfeito, nem mesmo mães...


Luke janta com Liz e TJ, e debatem o término dele com lorelai, e ele fala que não foi nada, foram eles mesmos, eles não ‘belonged together’, aí é o prenúncio para quando ele reencontra lor no mercado ele falar: agora cada um volta pro que era, vc compra café, eu sirvo. We’re not right together, you don’t belong to me, you belong to someone like Christopher – o que em tipo muitos níveis faz sentido, mas que mata a lorelai – e todos java junkies.



Ela ta arrasada em casa, aí rory chega pra consolar, sem palavras, só assim.


the long morrow

um dia desses, nesta semana, passei pelo quarto e minha irmã estava assistindo gilmore girls na warner. meio hipnotizada, parei também. depois comentamos desta idiotice de ficar vendo na tv quando podemos ver na nossa ordem, o que quisermos, quando quisermos, porque tenho todas as temporadas em dvd. mas tem algo de mágico em assistir algo assim, de surpresa, uma reprise aleatória (vi tipo 1 minuto, era algo da sexta temporada).

passei uns dois dias sentindo uma saudade louca de gilmore girls. eu fico tranks boa parte do tempo, mas tem vezes que me sinto SUFOCADA DE AMOR por essa série (isso meio que acontece com tudo que gosto muito, de vez em quando sinto tanta identificação que me desnorteia). esta é tipo minha série, e eu vejo várias, gosto de várias, tenho algumas aqui para rever sempre, mas como esta não tem igual.

tinha esse plano de rever gilmore girls toda em seqüência, tipo uns dois ou três por dia, mas quando eu estava acabando a primeira arrumei um emprego que estragou tudo. hoje decidi assistir algo e fiquei meio em dúvida do que. já vi todos os episódios, e as três primeiras temporadas sei de trás pra frente (já revi a terceira n vezes), então fiquei entre as últimas. resolvi assistir a última. eu só comecei a baixar gilmore girls na sexta temporada. até a quinta eu via na tv, na warner, na quinta-feira. pensei em retomar da quarta, que seriam as que eu tinha visto menos, mas não faz sentido pq não vou seguir. sortei uns números aleatórios no random.org, mas admito que trapaceei (tipo, o primeiro episódio que jason "mala" stiles aparece? acho que não.

acabei me decidindo por ver a sétima temporada, que é realmente a que conheço menos.

ah, the long morrow. quando saíram as primeiras imagens todos queriam se enganar e acreditar que aquele braço ao redor da lorelai não era do christopher - apesar da temporada anterior ter terminado com ela batendo na porta dele, depois de brigar com luke. puff, um segundo pra destruir os corações dos shippers, fãs e idolatradores da lor: a temporada, para ela, começa deitada aparentemente sozinha na cama, e aí chris vai aparecendo... é seco, duro e horrível, é de partir o coração e lorelai fica desconfortável o episódio todo, como nós, os telespectadores. assim que escapole da casa do chris, mega desconfiada, vejam a cara dela de FIZ MERDA:

ela chega em casa, encontra babette e continua desconfiada - porque ela sabe da briga, sabe que lorelai não dormiu em casa, sabe que luke não ligou... e quando sai, tchazan, lá está luke, fazendo o número mega didátido do "eu sou lento, ora bolas". "there is no us", diz lor para ele. "it was over last night and it's over now. it's over" - aqui buscando dizer que eles tinha terminado e, portanto, não havia traição: uma tecnicalidade que não engana ninguém. a melhor coisa para expressar o que GERAL sentia, a consternação mix mágoa, é a cara e o "oh" da sookie quando lorelai conta que dormiu com chris. lorelai tá tipo "nós brigamos" e ela fica "todos brigam", "nós terminamos", "ah, vcs voltam" e aí ela joga que dormiu com christopher. sookie morre, claro, mas uns dois segundos fala o BASICAO: não revele nunca.


depois rory chega lá mas não quer falar sobre a falta de logan - rory começa o episódio sozinho na cama e depois vendo o presente que o namorado deixou pra ele, um foguete brinks - e lorelai não quer falar sobre o término com luke, aí elas decidem "não falar" ("who says we always have to be talking?", a piadinha com o talktalktalk que faz a série ser o que é) e para isso decidem praticar um esporte como a única maneira de evitarem a conversa - o que, no calor da hora, acaba saindo meio forçado. e é claro que dá errado. rory fica tentando descobrir o que o presente significa - ela finge no telefone com logan que entendeu o significado por trás do foguete, e lorelai sempre se esquivando de falar o que rolou com luke.


depois lorelai tá se "livrando das coisas de luke" e conta a versão resume dos fatos lá pra rory, que fica toda com pena (quando em um epi mais pra frente ela descobre que lorelai tipos deu pro chris ela fica toda puta, a rory sempre teve mais moral, sem ser moralista, que a lorelai, fora um senso de responsabilidade, no geral).

luke depois tem uma explosão didática com um cara que vai consertar a loja ("estou pensando, vocês não podem me dar um tempo???"). acho uó. luke não é lento, ele é sólido. ele sempre gostou da lor, e sempre fui super ligado em QUALQUER alteração de humor dela, até antes deles começarem a namorar, na época do crush e tudo mais, então fingir que não viu e que tava processando, mesmo com toda april stuff, não colou muito pra mim nunca.

aí vem o clueless do chris dizer que curtiu a noite. lorelai fica tipo "sai dessa, man" e vc pensa que vai ficar por aí, então a insistência dele e no final, no desenrolar da temporada, o fato deles acontecerem é meio brinks.

corta pra parte da MORTE. luke vai lá, todo empacotado, chamando lorelai para elope. e ela fica lá com aquela cara louca de fiz merda mix mágoa mix consternação que é a descrição deste episódio até que fala: i slept with christopher, pra luke parar de insistir. ele vira e vai embora sem um "a". a lorelai fala até tímida, e depois olha pra baixo toda retraída, mas acho que ela tinha a necessidade de falar, sei lá, sempre achei que ela ia falar - da primeira vez que os dois se encontram no episódio ela nem consegue falar com ele direito, olhá-lo. termina assim, com luke dando a partida no carro e lorelai vendo, seco e triste.

toda a parte de rory é meio boring, aquela coisa do foguete, e será-que-eu-e-logan-estamos-juntos-apesar-dele-estar-em-londres, mas é sussa. rory por sinal tá com um cabelo mágico nesse episódio.

o braço da discórdia

foi um começo de tempora polêmico, mas eu considero bem bom. o episódio corre rápido, é emocionante e tal. a temporada começou bem e terminou bem, só no meio que teve uns tropeços.

sábado, 5 de julho de 2008

GILMORE GIRLS

a tristeza da banca de ontem vai adiar por umas duas semanas meu plano de rever gilmore girls todinho na ordem... o que estou LOUCA pra fazer. uns videos pra matar a saudade.

TOP 20 Episódios, em duas partes





UPDATE: colocar três episódios da sétima temporada e nenhum deles ser a serie finale é BRINKS. bom, pelo menos 'they shoot gilmore, don't they' está no top 10. 'Let me Hear Your Balalaikas Ringing Out' só pode estar lá por groupice da aparição de Jess, porque não tem NADA DE DEMAIS pra estar no top 3! tem um excesso de seasons finale também, embora isso seja natural...

vamos ver agora os melhores momentos luke&lorelai:



bom vídeo, dosa os momentos em que não tinha nada mais que um crush do luke e uma torcida louca dos fãs com os momentos em que eles eram realmente um casal. pra mim os dois maiores são o do horóscopo (até me doi assistir, e na cena seguinte lorelai fica pertubando - "i'm your ava gardner" - e quebra um pouco a seriedade) e, claro, o karaokê.


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Now playing: Radiohead - Reckoner
via FoxyTunes

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Bon Voyage


Depois de todos os xiliques que o fim de Gilmore Girls causou vida afora, eis que chega o último espisódio. Além de toda a carga de ser o último, e isso por si só já causar ansiedade, veio cercado das piores informações possíveis. Começa que era para ser apenas uma season finale normal, que seria retomada na oitava temporada. O cancelamento foi decidido depois do episódio ter sido filmado. Notícias que dão conta de que Kelly Bishop e Edward Hermann não acharam o final satisfatório, de que não vai ter casamento nem nascimento de nenhuma parte e que a Lauren Graham palpitou no roteiro e diminuiu a quantidade de cenas java junkie deixaram meio mundo dos fãs freakin' out.

Acho que tenho sorte de considerar a Lauren, no geral e no que importa, uma pessoa extremamente sensata e de concordar com ela sobre os rumos gerais da série. Imagino que quem baseava seu amor na série pela relação Luke/Lorelai, que considerava este o pilar central da narrativa, deve ter considerado a serie finale no mínimo decepcionante. Sorte minha que prefiro, sim, um roteiro que dê espaço para todos os personagens, que se centre no quanto aquela cidade e todas aquelas pessoas foram especiais para a série, do que algo novelão de amor no último episódio. O que eu considero em relação a LL é, sim, que eles poderiam ter voltado em algum episódio antes, não esta coisa de última hora. Fora isso, acho que foi bom.

Apesar de não ter sido calculadamente uma serie finale, como as coisas ainda estavam em negociação e essa possibilidade existia, creio, sim, que houve uma preocupação em dar um tom de final à série. O episódio é especial: já começa com a participação da Christiane Amanpour, algo que a Amy sempre quis. Não acontece nada de demais, mas também não consigo imaginar Gilmore Girls tendo um final bombástico; gosto dessa coisa de que a história toda foi um mero recorte dessas vidas, acompanhamos por sete anos e agora elas seguem em frente. Não é um fim. Não teria como ter uma oitava temporada sem muitas ressalvas, não com Rory formada e possivelmente vivendo longe... Acho que a quarta temporada, quando ainda estavam estabelecendo direito a dinâmica Rory-em-Yale, a série hesitou um pouco... A possibilidade de ter uma história centrada em Lorelai e Luke é meramente groupice sem sustância.

Deu nó na garganta vendo a abertura, vendo Rory freakin out ao pensar sua vida longe da mãe, vendo as duas dentro do carro, de repente, notarem toda a festa armada na praça, e a câmera vai mostrando todos os moradores lá, batendo palmas... E até Emily e Richard, que também acho que tiveram um final legal. Não foi "conclusivo", não resolveram todos os problemas (que isso, como se resolve toda uma vida cheia de confusões e mágoas em um dia ou dois? além do que, Lor não estava dizendo 'tchau' a eles, como ela mesmo aponta em certo momento).

A ficha caiu um pouco, mas ainda não toda. Sete anos, 152 episódios, sete temporadas. Tava pensando com Joanna dia desses que Rory entrou na faculdade quase que junto comigo, e foi passando, se formou, foram anos, afinal... E agora acabou. Is this it.

Entrevista com a Lauren, em inglês, do site do Ausiello. Tem um tempinho, mas vale a pena.

It's Here: Lauren Graham's Final Gilmore Girls Interview


The fast-approaching finale of Gilmore Girls is depressing on so many levels; I get a lump in my throat contemplating even a few of them. It's the end of an era, for starters. Lauren Graham — the closest thing Hollywood is ever likely to get to another Katharine Hepburn — may never again play a character as given to bantering at breakneck speed as Lorelai. For that matter, she may never find verbal sparring partners as worthy as Kelly Bishop and Scott Patterson. But maybe worst of all, the series' demise probably means I'll be talking to my favorite Girl a lot less frequently. With that weighing heavily on my mind, as we began what would be our last interview of the golden Girls age, I held nothing back. In turn, neither did she.

I hear you're going to have a lot more free time on your hands.
Lauren Graham: (Laughs) Yes, it would seem that way.

Are you relieved that it's over?
Graham:
I feel that way, which is not without feeling mixed and thankful for the experience. But, yeah, I feel relieved.

All indications were that the show was coming back for 13 episodes. What happened?
Graham:
Well, you know, there was a lot that went back and forth by the time the [13 episode thing] came out. I had sort of said to them a couple of months ago that I didn't see it coming back, and they had asked to just give them some time to figure something out that would make it work. Both Alexis and I felt tired, and also creatively like the show was in a place where we were either at the end or very close to it. We really couldn't imagine another season. I think they were trying to tempt us with 13, which was tempting, but ultimately it just wasn't going to work for them. We needed the situation to be so ideal, and I think it just wasn't meant to be. I do want to say that the studio and the network were very generous and very respectful in this whole process. We just didn't want to work the schedule we'd been working. But if we're working a lesser schedule, what is the show? The way we'd like to have done it would not have necessarily been good for the show. Right now you have me working six to seven days an episode, and Alexis doing about the same. To do anything less than that just wasn't going to be the same show. They tried to make it appealing for us, and we tried to be imaginative, but then at the end of the day it just felt like we were trying to do something impossible.

Did you and Alexis band together during negotiations?
Graham:
Not in a formal way, but we certainly discussed what our hopes were. We were very open with each other. Most of our conversations were, "Can we imagine coming back."

Is it true that Alexis was the harder sell?
Graham:
I don't think that's true. I did formally say at one point, "I'm not coming back." Then they thought, "Well, can we do it with just Alexis?" I don't want to speak for her, but we both went back and forth. Ultimately, neither of us wanted to do it without the other one.

Was that a real possibility?
Graham:
If she was in a place where she wanted, like, her own show or her own spin-off.... They were trying to think of everything. There was a time when we thought maybe I would produce and not be on the show in the same capacity. I've been at this for a long time; I feel ready to move on. But they were trying to find a way to make it work. There were a lot of scenarios. I had very open conversations with Dawn Ostroff. We tried, but they ultimately said, "You know what? This is just too complicated." And I felt so glad, because I don't think it would've been the same show for another 13. We were trying to find a way we could have a slightly easier schedule, and there was really no way to do that and still have it be Gilmore Girls.

Were you happy with the show creatively this season?
Graham:
I was happy with the process. I really enjoyed [working with] the writers. I felt every year, even under Amy's leadership, that the show evolved. For the last episode, we tried to match the final shot with the first scene from the pilot, so we went back and watched the pilot — which I haven't seen for so long. And the show now is really different from that pilot, which was more dramatic at the time than your typical WB show. And I think it evolved and got more comedic over the years; every year was an evolution. This year was strange sometimes because I had a lot less to say, and that was really weird. For some people I'm sure that was great, but I would find myself in long scenes where I was not rattling on, and it was just really weird to me. And so I did sort of question, "Are we keeping this character consistent?" And they were responsive to me.

When we spoke last year you mentioned that you'd like to someday be given a producer credit, but you said there was no way Warner Bros. would allow it. Well, this year they gave you a producer credit. What changed?
Graham:
I really felt strongly that I was doing the job of a producer. And in order to imagine moving forward — which I was imagining at the time — I really hoped they would recognize the different job I was doing. And eventually they very nicely did. When the creator of the show is gone, the actors end up being the people who have been there the longest. And I got more involved with where the story was headed, and felt that I was having more of an active role. I just thought it was warranted.

I heard that you requested some changes to the finale script….
Graham:
How do you hear these things, Mike!? Where will all your moles go now that the show is over! (Laughs)

Good question! So, what changes did you ask for?
Graham:
My feeling was [the episode] just felt too light to me — even as a season finale. I thought this should be an opportunity to say goodbye, or at least have some sort of acknowledgement of all these characters. I [also] wanted it to be more dramatic. And David Rosenthal was extremely responsive — more so than he needed to be. So he went back and took another look at it, with more of an eye to, "How can we acknowledge all of these characters? Give everyone a moment." I felt it was important to go a little deeper.

Do you think Luke and Lorelai fans will be satisfied with how things end?
Graham:
Yeah. You know, the other thing I felt strongly about is that this is a show that is ultimately about these girls. It started with this mother-daughter relationship, and we haven't been a show where big events happen. So I always worried that there would be some pressure to.... (Laughs) My extreme example was always, "Double wedding!" I just didn't want there to be a big event. But there's definitely a direction [with Luke/Lorelai] that I think will be satisfying.

Were you surprised at how reluctant fans were to let Luke and Lorelai go when she went off and married Christopher this season?
Graham:
Well, it was a tough story to follow. We got married really impulsively. I always wanted [the Luke/Lorelai/Christopher triangle] to be as complex as it could be so that there wasn't an obvious choice. It's like when you go see some romantic comedy movie and you're like, "Well, obviously she shouldn't be with that guy." They make it too easy. I just sort of wanted them to write Christopher in a way that made it a real love triangle. But everything happened so fast. The Luke and Lorelai story is where the show started. That should be the thing they're rooting for, because that's what the show set up. That makes complete sense.

Conspiracy theorists maintain that you pushed for a Lorelai/Christopher romance because of your prickly relationship with Scott Patterson.
Graham:
You're the conspiracy theorist! (Laughs) I finally figured it out!

No, I'm not! You wouldn't believe how many questions I get about this. Is it much ado about nothing?
Graham:
Yes, it was overblown. I mean, I am closer, personally, to David [Sutcliffe]. And we've gone to dinner together. I always thought that maybe people thought I was trying to give him some sort of advantage because we're friends. But that's not it. Like I said, when a show is continuing for so long, I didn't want there to be an obvious choice, because then the show is over; there's nowhere to go. So I always argued for other [romantic complications] because I thought it made the story better. But I always felt that it would cheat the fans to not have the [Luke and Lorelai] relationship be important in the whole of the show.

How would you characterize your working relationship with Scott over the years?
Graham:
Totally great. It's a working relationship, like most of them are. But he was so great in that part. I really loved my scenes with him and the chemistry we had. Our banter was among the most fun stuff to do.

Is it bittersweet ending without Amy?
Graham:
Yeah. What I hoped — and this is not to take away from David Rosenthal, who I had a really nice year with — was that she would write the finale. But that's not the way she works. She's either there 100 percent [or not at all]. She couldn't just come in and pick up another story that she didn't lay the groundwork for and finish it. I wish she had been more involved this year, because I was playing a piece of her that is so specifically her. I missed her writing.

Have you spoken to her since the announcement was made?
Graham:
We e-mailed and we're supposed to have a drink this week.

Are you going to try and get her to divulge the final four words she had planned to end the series with?
Graham:
Oh, right — I forgot about that. I think she would've given it up to me had we known this was the end. That was the other weird thing about ending the show like this. When we finished [shooting], there was a 50/50 chance we'd be returning. So when we left the wrap party, we were like, "Bye! See ya next season!" Had we known [this was it], I think she would've given it up and we would've worked it in.

Favorite memories?
Graham:
Oh, gosh. There was a real kind of high — that's the only way I can describe it — when we'd get these big athletic speeches and then nail it after 35 takes. (Laughs) And that is a feeling that I really haven't had with another part. To do that language, all systems have to be go; you have to really have a lot of concentration. And that feeling was really exhilarating. I'll miss that experience as an actor. And there was a specific sense of humor and music to the way [Amy] would write these speeches that I'll really miss. And these are people that I loved, whether I see them every day or not. Alexis and I fell over laughing many, many times — partially out of exhaustion. (Laughs) We really bonded in a very unique way. And I'll miss the feeling of [being around] a crew, all of whom I know and feel really at home with and really supported by. That was not an easy show to do and that crew was really great.

Favorite episode?
Graham:
Oh my God. I literally can't even remember the last one.

Maybe a scene that stood out?
Graham:
There really were so many. The dinner tables, while a drag to shoot because it takes forever getting all the angles, were really, really fun.

So, when's the Gilmore Girls reunion?
Graham:
(Laughs) We're totally doing the Gilmore Girls movie. I'm never, ever going to do anything else. There's Gilmore Girls: The Musical. The line of clothing called Lorelai. And the perfume called Stars Hollow.... No, you know, I'm promoting Evan Almighty, which comes out in June. And I have been reading a lot. And sleeping. (Laughs) But I'm auditioning for things, and I'm going to try and do another movie soon.

Would you do another TV series?
Graham:
I would do another TV series, but not right away. I love TV. I think I'd do a half-hour single-camera comedy. But I'm going to really just enjoy this time and make sure I'm ready to do something new. If I had the best thing in front of me right now I don't know that I'd be able to be excited about it, 'cause I think [you have to make room] to let the other thing pass. So, yeah, I'd love to take a year and see what else I can do.

Anything you'd like to say to the fans?
Graham:
Just that I've been truly thankful for their support and for their fanaticism (Laughs) and their investment in these characters through all the ups and downs of a seven-year process. I can't tell you what a kick I get out of [hearing from the fans], especially the younger people over the years who have grown up with the show and have [developed] a bond with a family member from a different generation while watching it together. I hope when I'm 55 and I've been out of a job for a long time and those girls are running the studios that they remember Lorelai Gilmore.

sábado, 5 de maio de 2007

breve semana

para uma semana de três dias, até que foi cheia:

* comprei a cidade e as serras, do eça de queirós.
* a bolsa do pet saiu, vou poder pagar minhas dívidas.
* vi homem-aranha 3 (muito brinks, nesse critério gostei).
* comprei ellie parker, filme de 2005 produzido e até certo ponto baseado na vida da naomi watts. por 10 reais.
* gilmore girls acabou! foi vertiginoso, num dia estão todos em transe com o episódio "lorelai, lorelai", no outro anunciam o cancelamento e minha rotina agora inclui acompanhar a lista de ofensas que as pessoas enumeram nos fóruns da vida. a maior parte enderaçada à alexis bledel. cheguei a ensaiar uma discussão sobre isso, mas desisti. it doesn't worth.

screens de algumas partes da cena do karaokê em "lorelai, lorelai" (antepenúltimo episódio da série)











quarta-feira, 2 de maio de 2007

cheia da mais pura ternura

existem pequenas aglomerações de toda natureza no mundo. não estou sabendo como fazer isso aqui; vou ser sintética: no geral, sou uma gilmore-freak. às vezes penso que sei e sinto todas as expressões faciais, os gestos e os tons dos personagens e o prazer de reconhecer isso me enche de um júbilo... na falta de uma palavra melhor.

por exemplo, essa cena abaixo. existem pequenos detalhes na fantástica atuação de lauren graham, um levantar de ombros que você vê na hora do 'love', como quem diz "é isso mesmo", que acredito ser o toque de genialidade dela, porque do mesmo jeito que eu acredito que conheço lorelai do avesso, ela deve conhecer mais ainda.

eu postei aqui mesmo, e sempre tentei, me manter lúcida. largar dessas coisas de shiperia em série, porque vão-se os casais, ficam-se as histórias (ao menos nas melhores séries). sim, o namorado da rory que eu mais gostei foi o jess mas sei que ele não volta - e nem deveria. então, se era pro luke ir também, que fosse. fenômeno curioso nas listas e fóruns da vida é a quantidade de pessoas que hoje em dia tem o luke como o favorito do seriado - um cavaleiro abnegado e resistente, esperando por sua amada.

mas, bom... não tem razoabilidade que resista. gilmore girls-freak não vêem essa cena sem um sorriso idiota no rosto O TEMPO TODO. e uma vontade de explodir. ah, bom. a parte deprimente é que vendo essa cena, sorrindo como louca, transbordando, pensei: céus, só faltava isso. ANOS DE ESPERA e agora taí, lindos se amando, superando adversidades. depois vi a promo do próximo episódio e aí fiquei ainda mais certa: tá com muita pinta de fim. confiram aqui um post que fiz no meu outro blog sobre o possível fim da série.



sábado, 27 de janeiro de 2007

gilmore girls, de novo

ah, bom, depois de quase dois meses em hiatus, saiu nessa terça (23), um episódio inédito de gilmore girls - santa's secret stuff.
não fiquei sentindo falta louca da série porque to meio com preguiça de ver vídeos com uma duração maior que um videoclipe no computador, mas na hora que me sentei e pus o episódio pra rodar, foi como se a saudade então surgisse, fiquei olhando com carinho as pessoas, pensando o que vai ser de mim quando essa série acabar...
é verdade que a série decaiu um pouco com a saída da ASP, mas ainda acho que não chega a ser a pior temporada - a quarta temporada, totalmente sem carisma, melhorou só a três episódios do fim... nessa temporada, a quarta, a lorelai tem o namorado mais mala ever, o jason. por que as pessoas não admitem que estão putas por shipperia? por que lorelai e luke não estão juntos? por causa do chris? cansei de ouvir argumentos de que lorelai terminar justamente com o pai da sua filha, fazendo a linha "família feliz" ia totalmente contra ao que a série representa. ah, vsf! vamos destruir a família, então, tenho 12 anos, vou fazer o final pra ser do contra?
enfim, eu até gosto do chris, mas aos episódios está faltando um quê... não foi o caso desse 11, que acho que foi um dos melhores até agora. o luke está prestes a ir à luta pela guarda da april, a filha, e pede à lorelai que escreva uma carta que seria lida em juízo, tipo pra reforçar que ele é uma boa pessoa etc. lorelai se bate com isso o episódio todo e, no final, quando põe a carta no correio, começa a nevar. nevar é um simbolismo forte nessa série, e parece que os ventos vão mudar mesmo. pra saber mais, entrem no blog da analu, aí nos links. informações sobre uma possível oitava temporada, também, vocês encontram lá, em meio ao disse-que-disse. o blog é legal, apesar de ser absoluta e cegamente java junkie (fã louco de lorelai e luke).
vendo esse episódio, a java junkie em mim até acordou um pouco. não nego que o luke é meu preferido, mas acho babaquice assistir série por shipperia e aceito um bom final, fique a lor com quem ficar.
sobre a oitava temporada, parece que a lauren graham gostaria que rolasse, mas a alexis não teria interesse (nada confirmado). a lauren disse que sem a alexis não volta... a alternativa seria a série se focar em lorelai (possivelmente com luke) e alexis participar ocasionalmente. acho horrível. gilmore girls, apesar do que querem alguns, não é só lorelai. inclusive nessa temporada estou sentindo muita falta da emily e do richard, acho que estão aparecendo pouco e de maneira não marcante. nos próximos episódios eles vão voltar.
vídeo anunciando a volta do hiatus, ao fundo tocando on the radio, da regina spektor. diversas cenas de lorelai e rory.




até hoje não me conformo que nessa temporada a abertura não mudou uma cenazinha que fosse!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Gilmore Girls, Parte 2

Agora, o outro artigo:

Originally posted: February 11, 2006They're slippin' 'em Paul Anka, dig?

(gostei da brincadeira com os títulos dos episódios).

John Mellencamp, Nora Ephron, Louis Armstrong, the ill-fated Broadway musical “Taboo,” Naomi Campbell, Rowan and Martin, Christopher Isherwood, “Mildred Pierce,” the Queen of England, Kabbalah, “Reno 911” and radioactive spiders.
No, that’s not a compilation of every answer on a recent episode of “Jeopardy!” Those are just some of the pop-culture references in a recent episode of “Gilmore Girls,” specifically the Jan. 31 outing, “Friday Night’s Alright for Fighting” (even the title of the episode refers to Elton John’s similarly named hit).

(é isso que tanto amo na série: cultura pop!!!!)

Amy Sherman-Palladino, the creator and executive producer of “Gilmore Girls,” and her husband, Daniel Palladino, who’s also an executive producer on the show, swear that they don’t set out to refer to tons of books, movies, cultural figures and song titles on their 6-year old show. It just sort of happens. “We’d be fine if an entire script went by and there were no references in it,” Sherman-Palladino said in a recent phone call. “It’s never like, `We need a reference here.’”

(é assim mesmo. Isso que faz deles tão especiais).

“It’s a lot of our interests and personalities and opinions that we filter through a lot of these characters, especially Lorelai and Rory [Gilmore],” adds Dan Palladino. “It does reflect who they are; they do consume pop culture. They watch a lot of movies, and they watch TV, and they listen to music. We’ve always tried to make sure that [the references] come out organically, so it doesn’t sound like Dan or Amy voicing an opinion, and I think that generally, we’ve been successful.”
(concordo. Estão tendo sucesso, sim).

Below, the “Gilmore Girls” brain trust discusses some recent pop-culture homages:
(ah, eu vou amar isso...).

Lorelai now has a dog called Paul Anka, named after the singer. Dan says: “I was writing the first episode that the dog appeared in, and Paul Anka’s record came out at the same time, and I heard it in Starbucks or something. And it sounded good. He actually pulled off singing `Smells Like Teen Spirit.’ It just seemed like … maybe Lorelai would have gone into a coffee place and heard this weird Paul Anka album and would have thought to name her dog Paul Anka. A lot of those decisions we don’t really talk about, they come out in the writing and it makes sense.”
(tem muita gente achando o Paul Anka com espaço demais, era só porque a Rory não estava ali com a Lor, agora ele tá aparecendo mais. Gosto dele, tem toda uma ligação com a série, tipo, toda aquela coisa de Lor não poder ter animais, deles sempre morrerem...)

One of the show’s funniest recent homages was to the film “Dig!” -- a rock documentary about the bands Dandy Warhols and the Brian Jonestown Massacre. In one of the key scenes in “Dig!,” a fight breaks out among Jonestown band members at L.A.’s Viper Room club, and a similar thing happened with Lane Kim’s band on “Gilmore Girls,” in the Nov. 22 episode “He’s Slippin’ ’Em Bread … Dig?” Dan says: “Amy and I saw [`Dig!’] on DVD when it first came out. The second we saw that Viper Room fight scene, we said, the band [on `Gilmore Girls’] has got to go through that. We figured out a way to do it. We got Joel [Gion], the real tambourine player [from the Brian Jonestown Massacre]. He’s never acted before, and he was great. He was very funny and very comfortable. In fact, we’re bringing him back for another episode or two, because we find him really, really funny. That was one of our biggest homages. In fact, the director of `Dig!’ called us, and we’ve been so busy that we haven’t been able to hook up with her. She either wants to complain about it or …” Amy continues Dan’s thought: “I hope she liked it. We’d hate for her to hate it, because we loved the movie so much.”
(isso eu não sabia, legal)

Many episode titles contain pop-culture references; this season the show had an episode with the Beatles-inspired moniker “Let Me Hear Your Balalaikas Ringing Out” and another called “Welcome to the Dollhouse,” a film reference. Dan says: “We TV writers, we used to name these scripts, and no one outside of the office or the studio or networks would ever see the titles. And suddenly, with DirecTV and [onscreen] program guides, they put the title there. … We’ve always been careful with the titles, A) to make sure that we can remember, five episodes down, we say, [when referring to an episode] we all know what we’re talking about, and then, B) to be interesting to people when they see it on DirecTV or read about it in the paper.”
(adooooooro os títulos. Nenhuma série tem títulos tão legais quanto GG).

The ending of “Friday Night’s Alright for Fighting” had a montage of scenes of the Gilmore clan fighting and laughing before, during and after the elder Gilmores’ weekly dinner gathering. Amy says: “It was inspired a little bit by `Husbands and Wives,’; there’s a great scene in that with Woody Allen and Mia Farrow. It was our homage to that. We haven’t done anything like that; it was a really different style for us. We thought, `This could be good or it could be really bad.’” As for the line, in a different scene, “It’s going to be like the opening night of `Taboo’ all over again,” Amy jokes, “That couldn’t be a good moment.”
(eu gostei do recurso, foi o movimento de câmera mais diferente da série).

Amy on whether the show continue next season without her and her husband at the helm: “We have no say over how long this goes. It’s all due to the network. They sort of decide year by year if they want another year. A couple times we thought [it was the last season], we thought Season 5 was the last year, but then we had this uptick, so, ‘Oh, there’s a Season 6’!
"We always put things in place [for the next season]; we’ve got a big, huge season cliffhanger finale this year, probably one of our biggest. Whatever happens next year, whether we’re here or someone else is here, it leaves the show with really good momentum and lots of good places to go.”
(não gosto dessa conversa de onde quer que a gente esteja... é pra eles dirigirem o final da série, isso sim!).

Amy on Lorelai and Luke: “We’ve got a lot of Luke-Lorelai stuff we’re playing this year. A lot of ups and downs and twists and turns for them, in getting these kids to the altar. And we’ve also got Rory and Logan too, they’re having a tumultuous year also. They’re working their way back together. In [‘Friday Night’s Alright for Fighting’] Logan came through for her in a way she needed. He stepped it up a notch in that episode. That’s their reconciliation. For now.
(fortes emoções vêm por aí).

“We brought Luke’s daughter in not so much to play ‘Oh my God, there’s a long lost daughter,’ but more to play, ‘Who are Luke and Lorelai to each other?’ They’re two mid-thirties people who have built very independent lives, needing no one, they’ve got their own homes, their own businesses; they’ve got things just the way they like them. They’re incredibly independent and strong-willed and stubborn, and those are tough lives to mesh.
“The daughter thing was just a way to tap into an aspect of Luke that makes things interesting for the Luke-Lorelai relationship. Luke is very duty-bound and honor-bound and he feels great responsibility to family, even though family is something he scoffs at a lot. He’s also a very single-minded, tunnel-vision person. So he’s going to feel he’s got to take care of this responsibility before he can take care of any other responsibility. Right or wrong, it’s who he is.
“It’s a great device for us because [the daughter plot] taps into that without bringing in another woman or another romance, because nobody’s going to believe that. These two people are meant for each other, the only think keeping them apart right now is their own baggage.
“And Lorelai, being an incredibly independent, proud person, she’s not a pusher. She’s not going to say, ‘But what about me?’ It’s sometimes their own lack of communication abilities that have kept them single this long, and that causes our conflict -- so we don’t have to bring in the big elephant or the earthquake or ‘We’re trapped in an elevator’ or someone’s in a coma.”
(o que eu vejo nisso tudo? Coisas boas, sim! Plena consciência que Anna Nardini nunca será uma ameaça pra Lor e Luke, eles vão ficar juntos e depois dessa temporada com mais certeza ainda de que é assim que deve ser!)

Dan on Luke and Lorelai and Rory and Logan: “We’re really playing through the Lorelai and Luke thing, there will be something that will sort of put a cap on where we’ve been leading them. And Rory is dating a guy who -- Rory is a one-guy girl, very stable, and she’s dating a guy who’s not very stable. And that’s always a part of their relationship. Now, they may get married at some point and live together for 50 years, but that instability is always going to be there, because they’re different people who need each other for some reason. We’re going to be playing out aspects of that friction over the next seven or eight episodes.”
(ainda quero ver os aspectos dessa relação, que sempre me pareceu apenas Rory seduzida por um monte de coisa que ela não é, geralmente – imprudente, aventureira etc. Não sinto muita confiança no casal).

Amy on Logan and Rory: “There are deeper layers to Logan or she
wouldn’t be with him. Logan is a kid whose entire life has been preplanned for him. Rory grew up in a household where it was like, ‘Anything you want, kid, you go for it.’ He never had that. He grew up with all the money privilege, but he didn’t grow up with any freedom. His freedoms are sort of self-imposed, ‘I’m going to go act like an idiot, because I’ve never gotten a chance to explore who I am.’ I think Rory sees something deeper in him. This is a very smart guy, and if he ever got his [stuff] together, who knows.
(bom, ela também acha que ele age como um idiota, ao menos. Queria ver o que profundo Rory vê nele, espero um dia saber. Pra mim ele parece um pouco o Christopher, ser um terço do charme).

“There are also aspects of Christopher [in Logan], there’s a little daddy issue there. Christopher was also a very rich, charming kid who had no focus. It’s a little bit of daughter and mommy making similar choices. Who knows, years from now, if he gets his [stuff] together, I think they could be long-term. Right now, he’s trying as far as he can try, but he has limits to who he is.
(opa, aí está. No episódio que Chris conversa com Logan isso fica bem explícito. Eu detestei os dois naquela cena... Eu gosto do Chris, mas nunca como um homem pra se comprometer, e ainda acho que, por exemplo, aquele “método não ortodoxo” de conhecer e avaliar Logan pode ser descolado e engraçadinho (oh, fomos expulsos do mesmo lugar), mas é glamourizar demais essa vidinha de menino rico que os dois levaram/levam).

“And he’s done some things for Rory that on the surface seem kind of bad, but I think in the end, are very good. Because Rory was very subdued and needed to tap into a strength in herself that maybe she wasn’t doing so much, because she has a very strong mom and strong friends. She never really had to do that. She never really had to dig down deep and find out who she was. And this guy made her have to do that. So when you talk about it on that level, there could be more there [between Rory and Logan].”
(não sei bem. Que coisas Logan fez pra Rory? Talvez aquilo que disse adiante, seduzí-la para coisas mais inconseqüentes, pra deixar de ser tão encanada, mas no sentido de fazer com que ela fizesse algo, cavasse algo fundo... Não vejo Logan fazendo isso, ele fez parte de um momento de confrontações que Rory passou, mas não foi o estopim. Aqui, novamente, a noção de que realmente Rory sempre teve tudo, sempre foi bajulada, em certo sentido, acarinhada).
FIM
Deu pra perceber que resolvi dar uma guinada nisso aqui né? To com pressa, explico depois.

Gilmore Girls, parte 1

O que tem circulado no mundo ligado à GG são dois artigos publicados no Yahoo News e no Chicago Tribune. Seguem os dois, com meus comentários.

"Os fãs não foram os únicos a se chatear com a briga de Rory e Lorelai
Por David Bauder
Associated Press

O enredo desta temporada de Gilmore Girls, em que a estreita parceria entre mãe e filha se rompeu e resultou no silêncio entre as duas, causou agudas discussões entre os fãs mais exaltados. O assunto também dividiu o set de filmagens. “Não era minha (história) favorita”, admite Lauren Graham, que representa a mãe Lorelai. (bom, verdade. as discussões foram às raias do surreal. Dividir os fãs talvez seja demais, as opiniões eram quase unânimes: Rory enlouqueceu – e ASP também, por tabela).

Lorelai e Rory fizeram as pazes, lágrimas foram derramadas. Suas conversas rápidas e inteligentes retornaram, ainda que por telefone. Rory está em Yale agora e, em um episódio neste mês, se torna editora do jornal da faculdade e vai morar com o seu namorado.

Os criadores da série estão claramente tentando empurrar as coisas para evitar a fadiga que normalmente aflige seriados de TV em sua sexta temporada. Há tempos posicionada como a série da WB mais aclamada pelos críticos, Gilmore Girls vem silenciosamente crescendo e se tornando a segunda mais popular série da rede, depois de 7th Heaven.

(bom, esse parágrafo dá a entender que os novos roteiros têm algo de apelativo, “claramente tentando empurrar coisas”. Discordo disso. O que a nova temporada tem de diferente, claramente, são mais mudanças – bom, pra mim só uma significativa, o surgimento da April. A mudança de Rory não vejo como brusca, repentina, nem como obra da nova temporada, vem lá de meados da quinta).

A taxa média de audiência de GG chega a 5 milhões de telespectadores por semana, contra os 4,1 milhões que atingia duas temporadas atrás, segundo a empresa de pesquisa Nielsen Media Research. O anúncio de fusão entre WB e UPN, no mês passado, formando uma nova rede, trouxe instabilidade para os programas. Mas Gilmore Girls parece que ganhou o direito de determinar o seu próprio destino, de se mudar para a nova rede CW. O crescimento (da série) acontece apesar do enredo violentamente rejeitado.

(enredo violentamente rejeitado? Talvez)

Parte do problema de Graham com o rompimento (entre Rory e Lorelai) foi pessoal. Ela sentia falta de trabalhar com Alexis Bledel todo dia. Mas, principalmente, ela não acreditava na verossimilhança (do enredo) em relação ao seu personagem.

(que estranho, entrou de sola na opinião da Lauren. Mas vamos lá).

“Eu lutei com a idéia de que a personagem, sendo mãe, parasse tão rapidamente de falar com sua filha e não fizesse mais nenhum esforço”, diz Graham, enquanto descansa em seu trailler na Warner Bros durante um dia de filmagem . ''Foi difícil pra mim justificar — que eu não tentaria muito, que eu não mais estenderia a mão, que eu poderia ficar longe dela por tanto tempo.'' Este ano ela questionou os criadores, Amy Sherman-Palladino e Dan Palladino, mais do que nunca, “e estou certa que eles não apreciaram, de modo algum”, diz Graham.

(dois pontos aqui: primeiro, Lauren Graham questiona a postura da sua personagem, Lorelai, e não sobre Rory; talvez por ter trabalhado tanto tempo construindo essa pessoa, ela a entenda melhor e questione exatamente o que questionei: a questão não é o se Rory perdeu o juízo, mas como Lorelai deixou que ela fosse tão sem fazer nada? Ou tentando fazer coisas da maneira mais esdrúxula, combinando coisas com os pais? Isso eu sempre achei anacrônico, a recusa de Lorelai a sequer conversar com Rory, tentar entender os motivos dela, a pressão. Isso para mim eram coisas não-Lorelai. Mas esse ponto da Lauren, e que era meu ponto, não é o que trouxe inúmeras críticas dos fãs. As pessoas estavam caindo a pau na suposta mudança da Rory, e qualquer crítica a Lorelai era tipo – não toque no sagrado nome Lorelai. Muitas vezes durante a série eu me perguntei se essa parcialidade quase total, o fato de muita gente preferir claramente Lorelai a Rory não atrapalharia a série. Acho que atrapalha sim. A série é sobre as duas, é sobre Emily, sobre Richard... Todo mundo tem seu direito a ter preferidos, sempre, mas que não percam a razão – como pessoas dizendo que a Rory era moralista e afins. Bom, então: se eu acho que a Rory mudou? Tenho certeza. Se acho isso estranho? Absolutamente, não. Primeiro, não foi uma mudança abrupta; desde a quinta temporada, vinha se esboçando. Rory tentou ter uma relação aberta com o Logan, foi testando novas possibilidades, enfim, mudando. Ela não perdeu a essência dela, de ser uma menina meiga, inteligente, precoce. Nada disso. As pessoas diziam: a Rory está sendo mimada! Oras, a Rory sempre foi mimada. Ela cresceu com todo mundo dizendo que ela era inteligente, bonita, a melhor... De repente chegou Mitchum Hamburguer e falou pra ela que ela daria uma boa secretário... Muito bem, fácil falar que ele disse isso pra derrubá-la, fácil pensar isso, mas difícil ouvir, difícil de lidar. Imaturidade? Talvez. Ela nunca tinha passado por situação semelhante, nada mais natural que não soubesse lidar com ela. Tomou a decisão de largar Yale – que foi assumida por todos como maluca de cara. Se a Rory realmente resolvesse largar Yale provavelmente seria excomungada. Todo mundo sabia que ela voltaria, e seria bem como o título do episódio da reconciliação, a volta da filha pródiga, um ciclo que se fecha. Na minha mente, essa noção é totalmente maniqueísta – a Rory vai ‘voltar ao normal’ e voltar pra Yale. A própria Rory agiu assim, desmerecendo pra mim grande parte do que seria enriquecedor pra ela. Ficou parecendo que longe da mãe ela fica perdida mesmo. Isso fica ainda mais explícito quando confrontado com, por exemplo, a vida da Emily, num dos momentos de maior crueldade da série, quando Richard fala pra mulher com quem vive há uns 40 anos que a vida dela não é boa o bastante para a neta, ainda que de uma maneira não intencional. Os valores estão bem explícitos, Yale – faculdade- instrução = bem, DAR, festas, vida social= futilidade, mal. E a maioria das pessoas vestiu isso. O fato de que obviamente não existem vidas certas, creio que Richard sabe disso, mas muita gente parece que não. O que ele provavelmente queria dizer era que, sim aquela não era uma vida para Rory por incompatibilidade e não por ser um desperdídio. Mas ele precisaria de mais tato, como estava nervoso, não teve nenhum e acabou magoando a mulher. Eventualmente, a série provaria que ele estava errado em partes: Rory continuou no DAR mesmo depois de voltar a Yale e durante todo o tempo que foi mostrado seu trabalho lá. deu pra ver que ela tinha jeito, sim, como a mãe e a avó, para organizar as coisas. Certamente, largar a faculdade não a fez feliz, então provavelmente só o DAR não a teria feito feliz. Emily tem a vida geralmente descrita como fútil mesmo. Na tocante cena do avião entra ela e Lorelai, ela resume o discurso de meio mundo de gente, que parece ter pena dela por ela gastar a vida com algo tão ‘pequeno’. Discordo veementemente dessas pessoas e acho que trabalhar no DAR, estudar em Yale, ter uma lanchonete, ter um hotel, são maneiras diferentes e válidas de lidar com a vida, e nenhum é melhor ou pior que os outros. Então, ok, Rory fechou um ciclo voltando pro ‘bem’, pro certo Yale. Mimada, imatura etc. Isso todo mundo enxergou. Mas o fato da Lor tá agindo de uma maneira controladora, que ela sempre rejeitou na mãe, tentando interferir na vida da filha (esse discurso de que é pro bem da Rory é exatamente o mesmo que a Emily usa com relação a Lorelai). Oras, Lorelai se chateou porque achou que a Rory tava cometendo um erro – situação mais mãe e filha do que essa, impossível. Tem gente que resolve numa conversa, uns saem de casa, outros batem a porta. Rory tá jogando a vida dela pro alto? Não sei, mas e se for? Tem 20 anos. O direito de estragar a própria vida é inalienável, já diziam em Amelie Poulain. Certamente, não espero que uma mãe aceite isso de uma filha – ou o que imagina que seja isso. Emily não aceitou algumas coisas da filha e usa vários estratagemas para contornar isso. Lorelai a princípio tentou um bem parecido – se juntar com os pais. Eventualmente ela percebeu que era melhor dar um tempo pra Rory, ainda que na força. Será que se Rory não tivesse voltado pra Yale ela e Lor teriam voltado a se falar? Lembro de ler um comentário na época que era tipo: a Rory tem que perceber que vai ter que melhorar pra que a Lor a aceite de volta. Céus, ter que melhorar (melhorar seria exatamente o que?) pra se relacionar com a própria mãe é demais. Dizem que as mães perdoam tudo, afinal. Achei tolice ela pressionar daquele jeito a Rory. Rory foi contar as novidades pra ela com uma tranqüilidade forçada, e ja de primeira Lorelai perguntou qual era o grande plano dela. Na resposta seguinte, Rory já estava mais agressiva. Obviamente, ela estava perdida, e foi falar com o avô chorando, confusa. Os avós a acolheram, acredito que foi a coisa certa a ser feita, por assim dizer, afinal afastá-la, virar as costas, ajudaria em que? E aí, muita gente, inclusive um pouco a Lor, viu perfídia nisso. Eu duvidaria de Richard se ele visse a neta chegar daquele jeito, dizendo que o mundo caiu sobre ela, chorando, e ele não a acolhesse. O lugar pra Rory é Yale? Bom, que tal deixar que ela conclua isso? A contrariedade de Lorelai quando Rory contou que ia largar a faculdade era, e isso é que é tão não-Lorelai, “você vai perder o momento”, algo vago, tonto, e que, realmente, ela não tinha como saber. Era uma opinião que ela não aceitou discutir, e logo em seguida Rory foi grossa falando com ela e aí tchum eis a situação. Estranho a Rory perder a confiança? Não. Estranho a Lor vivenciando essa situação como vivenciou. Maaas, e aí vem o mas, a despeito do que muita gente acha, Lorelai não é perfeita. Ela pode ser mais gostável do que a Rory, mais carismática, falar mais rápido, beber mais café, ser mais engraçada – mas comete erros também. Acho que acabaria dando uma humanizada no personagem se fosse assim – Rory errou, mas Lorelai errou também, mas o desfecho da estória foi tipo muito mais pra Rory errou – afinal ela era a filha pródiga a retornar fazendo exatamente tudo que a mãe tinha dito pra ela fazer no início, e Lorelai ficou ‘certa’ na estória. Como isso aconteceu, to com a Lauren Graham e acho difícil ver a personagem ali. Ufa!

O outro ponto pra mim é extra-série, tipo, não tem a ver com o enredo, mas com o comentário sobre a não-apreciação da ASP e do Daniel em relação aos comentários da Lauren. Parecem indicativo ou de um clima ruim, ou de uma argumentação rude, ou de uma falta de abertura dos autores, e todas as possibilidades me parecem chatas).

Alguns críticos ficaram do seu lado. Ted Cox, do Chicago Daily Herald, disse: “de repente, é como se os personagens fossem manipulados para criar drama, em lugar de deixar que o drama fluísse naturalmente dos personagens.”

(a crítica de que a série ficou dramática demais a priori parece verdade: filha do Luke, brigas homéricas, bla bla bla. Mas, bom, vou comentar melhor esse ponto depois, quando chegar no outro artigo, em que ASP fala de suas intenções com esses recursos, que me pareceram válidos. Mas concordo que de início isso é uma loucura).

Os Palladino admitem que é difícil desenvolver novas histórias para um seriado longo sem que elas tenham sido planejadas. Mas neste caso, eles dizem que era importante fazer alguma coisa que balançasse Rory em suas fundações – um típico rito de passagem para o surgimento de adultos que aprendem sobre si mesmos, de acordo com as suas reações.

(concordo em partes, ainda acho meio maniqueísta, como falei acima, na minha história do ciclo que se fecha).

''Para realmente balançar o mundo da Rory, tivemos de recorrer ao coração da série, promover realmente uma ruptura e explorar o que seria”, diz Sherman-Palladino. ''Eu sei que há dois lados. Pessoalmente, pra mim, eu adorei as implicações psicológicas deste ano, mais do que em qualquer outro ano, porque realmente conseguimos fazer algumas histórias reais de mãe e filha.''

(concordo plenamente. Ficou mais próximo da realidade de muitos).

Pense profundamente sobre os personagens e sobre e verossimilhança, ela diz. Lorelai tem passado a sua vida tentando fazer tudo diferente do que faz a sua própria mãe. E se fosse a Lorelai que largasse a faculdade, sua mãe a arrastaria pessoalmente de volta a Yale.

(bom, Lorelai nunca foi tão Emily quanto em todo esse acontecimento).

Enquanto as coisas melhoraram entre Lorelai e Rory, o mesmo não acontece entre Lorelai e Luke, seu namorado dono da lanchonete. Eles estão noivos após um longo cortejo. Mas o surgimento repentino de uma filha desconhecida que ele teve em um outro relacionamento torna incertos os planos de casamento.
(como java junkie, minha primeira reação ao saber que o Luke tinha uma filha foi “Não!”. A despeito disso, gostei da April – parece com as garotas gilmore, demais. Comecei a não gostar da Anna Nardini, mas quando ela apareceu, simpatizei com ela, inevitavelmente. Certamente não pra ficar com o Luke, mas ela é legal e creio que não é uma ameaça. Águas passadas não movem moinho – se isso vale pro Jess, infelizmente, vale pra ela também. Agora, bom, sei que a ansiedade é grande pro casório ocorrer, mas eles tão dando a enrolada mesmo, porque é o ápice da séries – o que aconteceria depois? O que a gente ia esperar, ficar ansiosa por? Sem contar que, pelas declarações da ASP, ela quis fazer com que os dois passassem por algo que mostrasse a importância que um tinha pro outro, e acho que vai conseguir. Confio plenamente nela. Alguma coisa tinha que acontecer em Stars Hollow).
Nada é tão simples, não é? Criar barreiras entre personagens aparentemente bem-ajustados é um outro risco, um teste para a paciência da audiência. Os Palladino gostam da idéia de explorar as dificuldades em unir dois fortes personagens. “Casar com 29 é muito diferente de casar com 38', diz Sherman-Palladino. “É um mundo muito diferente, e é isso que estamos tentando introduzir”.

(vamos ser mais maduros e aceitar isso, ok? eu não imagino a Lor casada...).

O futuro de Gilmore Girls é por si só enrolado. Os Palladino dizem que estão verdadeiramente indecisos sobre se continuam com o seriado depois desta temporada — notícias alarmantes para os fãs de um seriado que, mais do que a maioria, reflete a forte sensibilidade dos seus criadores.

(espero que continuem, não me imagino sem a série!)

Um fator que poderia tê-los afastado — um piloto de um novo seriado, uma comédia romântica, que teria sido filmada em Nova York — não acontece mais. Foi descartada com a dissolução da WB. Os Palladino estão fazendo planos para encerrar esta temporada com um suspense
(casamento? Não casamento?) e para o seriado continuar sem eles, só por precaução.

(Lane casa, talvez Lor e Luke casem também, a temporada pra mim tá indo muito bem até agora e promete acabar nessa média).

Graham diz que tudo aponta para mais uma temporada depois desta; a companhia está assegurando a adição de mais um ano para o pessoal, que tem contrato de seis anos. Graham diz que é quando ela gostaria de encerrar, mencionando a carga de trabalho do seriado.

(acho que seria apropriado encerrar na sétima; melhor acabar no auge. Rory se formando e tal. É triste, mas temos que encarar que Gilmore Girls VAI acabar, mais cedo ou mais tarde. Melhor ser com dignidade, e não se arrastando, como por exemplo Alias).

''Conseguir uma linguagem perfeita requer um número de tomadas que você não tem em outro seriado” ela explica. “É muito trabalho, 13, 14 horas, porta com porta. Eu faltei a casamentos. Eu perdi o nascimento de crianças. Eu não estou reclamando, porque isso tem me servido, mas eu estaria pronta para um equilíbrio diferente.” Ela tem tido horas difíceis, imaginando os Palladino não envolvidos, especialmente se o seriado está se encaminhando para um final.

(eu também me preocupo em imaginar a série sem ASP. Não, não, não!)

Questões econômicas também podem infuenciar a decisão. A WB está cancelando 7th Heaven porque, após uma década no ar, o seriado mais popular da rede estava perdendo dinheiro devido à sua dispendiosa produção.

(GG não deve gastar tanto assim né...)

“Eles vieram até nós e nos perguntaram por quanto tempo o seriado (GG) poderia permanecer”, diz Sherman-Palladino, ''e nós dissemos que é um seriado sobre família, que pode continuar para sempre. Se 7th Heaven pôde ficar por 10 anos, por que este seriado (GG) não poderia continuar por 10 anos? Não há razão (pra não continuar). Eles serão altamente pressionados para reunir um elenco tão bom novamente”.

(bom final).