quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
sábado, 3 de fevereiro de 2007
fluxo mais ou menos livre do que mais ou menos se passa por minha cabeça, em palavras chave.
Existe uma cantora-compositora para cada pessoa?
Sincronicidade. I Ching. Apocalipse. Doistoiévski. Religião; a bíblia. Tolstói é mais difícil de ler, em certo aspecto, que D. Sufjan de novo; pessoas bobas, enganáveis, crédulas. Thaila Ayalla. Cânces nos ossos. Como Casimis Pulaski Day consegue ser superior (tão superior) a Um Amor Para Recordar (risível, a mera comparação me constrange). Mais ou menos como Ghost World, a música, é superior a Ghost World, o filme.
Os desajeitados, os humilhados e ofendidos.
PJ é mais rock, mais crua, mais forte, mais imagética.
Aimee é mais eu.
(tudo isso meio entrelaçado e pensado em perspectiva p/ meu futuro).
por
Unknown
às
12:48 AM
Marcadores: random thoughts
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
babel
Depois de ver Babel no cinema, semana passada, saí com a sensação de que o filme podia durar uns 40 minutos a menos. Mesmo. Fora isso, o filme serviu pra passar a impressão de que todos os policiais norte-americanos são cretinos, a Cate Blanchett é uma atriz do caralho (a Adriana Barraza tambem) e o Iñárritu não é isso tudo.
Explico: gostei do filme. Gostei também de Amores Brutos e de 21 Gramas (sou das poucas que acham o segundo melhor que o primeiro e, agora, certamente melhor que o terceiro). São filmes que causam um grande impacto quando a gente assiste, fica um nózinho na garganta, mas depois quando você para pra pensar vai notando inúmeros defeitos. E nem dá vontade de ver de novo (tenho 21 Gramas em dvd mas não vejo muito porque me deprime).
Mas em Babel os defeitos parecem pular da tela ainda durante a projeção do filme – vai ver é porque é mais longo que um dia de fome (e eu realmente estava morrendo de fome durante a sessão). O filme descamba demais pro melodrama; o Iñárritu sempre se aproxima disso por lidar tanto com temas no limite, fatalidades, catástrofes etc. Mas a trilha sonora (feita novamente pelo Gustavo Santaolalla, ele ficou louco ou as outras eram assim também e eu não reparei?) dava um empurrão forte pra isso. Segundo: pretensioso demais, demais. Terceiro: carência de edição, em certos momentos eu ficava vendo uma cena se arrastar – e pra quê? Não diziam nada.
E depois vem a questão: realmente aqueles problemas eram causados por estranhezas culturais? Afinal, o título faz referência à torre de babel, história bíblica que conta como Deus fez com que os homens tivessem diferentes línguas para confundi-los em sua tentativa de construir uma torre que alcançasse o céu – e a Ele mesmo. Pequena digressão: Deus no Antigo Testamente era muito cruel, pra não dizer outra coisa, rs.
Falando diferentes línguas, os homens já não eram uma massa una, se agruparam entre os que se entendiam, enfim, criaram barreiras que impedia a comunicação entre a humanidade.
Mas em Babel, como nos outros filmes do Iñárritu, acontecem fatalidades, acidentes, acontecimentos inesperados que contam com coincidências que ligam diferentes vidas. Certamente compreendo que o fato de levar um tiro no Marrocos cria inúmeras dificuldades que não criariam se uma americana fosse alvejada nos Estados Unidos, mas isso é afinal falta de comunicação entre os homens? O que ocorre é um incidente de política externa que não tem tanto a ver com as diferenças, a meu ver, embora estas apareçam em pequenas atitudes ao longo do filme. Creio que isso foi apenas um recurso pro diretor chafurdar em relações humanas ao longo do globo, não tanto na relação entre esse ou aquele povo, país.
O filme é pretensioso aí também; quer mostrar as dificuldades de viver num mundo supostamente livre, mas tão cheio de barreiras que acabam ocasionando incidentes como o da babá mexicana que se mete em problemas ao levar as crianças americanas que cuida para um casamento do outro lado da fronteira; mas, ao mesmo tempo, quer mostrar a dificuldade de compreensão entre marido e mulher, pai e filha. Devo dizer que considero a primeira parte, mais política, por assim dizer, mais bem sucedida. No que concerne às relações humanas, algumas são bem construídas e mostradas com força, como o caso da menina japonesa (ainda que essa às vezes resvale em clichês) e da família marroquina; outras ficam rasas, cheias de coisas implícitas, caso do casal norte-americano interpretado por Cate Blanchett e Brad Pitt.
Saí do cinema achando que tinha assistido um bom filme, mas que Os Infiltrados merece mais a estatueta. A média dos internautas no Imdb: 7,8 - justo. E agora to aqui pensando: filminhos bons à parte, vi um filme mexicano em 2006 que pra mim foi o melhor do ano (O Labirinto do Fauno), ressaltando que fiquei com muitas lacunas em 2006 - nem vi Volver - e vai ver o Iñárritu não é isso tudo mesmo.
sábado, 27 de janeiro de 2007
gilmore girls, de novo
até hoje não me conformo que nessa temporada a abertura não mudou uma cenazinha que fosse!
por
Unknown
às
6:08 PM
Marcadores: gilmore girls, TV
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
testando - vídeo
Vamos ver se consigo por um vídeo nessa joça, recipiente de desgostos!
Adoro esse video, mó sarro. Feist, One Evening. A música é bem legal também.
Valeu, Nina! Confiram o blog dela só de vídeos aqui.
ainda sobre músicas e estrelas...
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Testei na louca por Grace Kelly no soulseek. Achei a do Eels, achei a própria Grace cantando com Bin Crosby em Alta Sociedade, achei o MIKA e ainda mais duas, uma delas de punk!
Aparentemente, essa música foi o estouro de MIKA. Achei uma entrevista em que ele fala sobre como se sentia irritado com as pessoas tentando fazer com que ele escrevesse músicas que não eram realmente “ele mesmo”. E aí ele jogou sua raiva nessa canção, mandou pra várias dessas pessoas (do meio musical) e ninguém respondeu. E a canção acabou estourando. Nessa música existem trechos de um filme da atriz, citação a um Freddie (imagino que o Mercury). Vi o Thiago Ney comentando o Mika como próxima sensação:
Os jornais britânicos estão loucos com o figura, cuja música (e voz) é uma mistura de Prince, Elton John, Freddie Mercury e disco music. A última veio do ‘Independent’, para quem Mika será a ‘sensação pop do ano que vem’. Esse ‘ano que vem’ é 2007 -a reportagem foi publicada em 31 de dezembro de 2006.
O disco de estréia, ‘Life in Cartoon Motion’, sai em março, inclusive no Brasil. Vá ao www.myspace.com/mikamyspace e ouça as sensacionais ‘Grace Kelly’, ‘Billy Brown’ e ‘Relax, Take it Easy’."
Grace KellyI guess I’m a little bit shy
That's more than a dress it's a Grace Kelly movie
You can see my benefit
Leave it on my doorstep or on my windowsill
I've got to take care of it, I've got to water it
You can light the candle while I get the lights
The cactus needs more light we've got to take care of it
That's more than a dress that's a Grace Kelly movie
Dressed up to the nodes' we'll make our grand entrance
With prickers in our fingers we tried to take care of it
We can't work like this and on she said
That's more than a dress you can see my benefit, yeah (x2)
That's more than a dress throw caution to the wind, yeah (x2)
And you've got the sexy legs
And that's more than a dress you can see my benefit
And you can see my (x3)
And thats more than a dress, you can see my benefit
And you can see my (x3)
And so my feet got cold
So I put my socks on, now im back on track
I just might take your ?
So what if it’s in my eyes (x3)
Leave it on my doorstep or on my window sill
With prickers in our fingers we try to take care of it
And that's more than a dress, that's a Grace Kelly movie
nag nag nag
por
Unknown
às
9:23 PM
Marcadores: atrizes, classic movies, música





